Por volta das vinte e três horas, depois de ter examinado os relatórios do dia, Meishu-Sama ouvia a leitura dos jornais matutinos e vespertinos, feita por um servidor, a quem pedia para ler os artigos que ele marcava com lápis vermelho. Durante a leitura Meishu-Sama apreciava os objetos de arte e dizia: “minha boca e minhas mãos estão desocupadas”.
Certa ocasião, quando o servidor lia os jornais, Meishu-Sama estendeu a mão para pegar algo. O servidor tenta ajudá-lo, mas foi repreendido: “continue lendo. Se você pudesse pegar sem parar de ler, eu não me importaria, mas como estou com as mãos desocupadas, eu mesmo pego”. Dessa maneira, vemos a importância que Meishu-Sama dava a cada minuto e segundo.
Sandai Sama
Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol. 1