COMO SOU FELIZ POR ESTAR VIVO! DEVO RETRIBUIR AS GRAÇAS DIVINAS COM TODAS AS FORÇAS DO MEU SER.

COMO SOU FELIZ POR ESTAR VIVO! DEVO RETRIBUIR AS GRAÇAS DIVINAS COM TODAS AS FORÇAS DO MEU SER.

(…) O ponto vital do problema dessa pessoa é ter esquecido que sua vida fora salva. Ela já estava condenada à morte devido ao excesso de toxinas medicamentosas. Que pena! Fora vítima da Medicina. Quando se restabeleceu a ponto de poder trabalhar, deveria ter-se dedicado, imediatamente, à Causa Divina. Afinal, a vida não era sua propriedade, pois fora recebida de Deus. Uma vez salva por Deus, a vida pertence a Ele. No entanto, a pessoa agiu conforme a própria conveniência, distanciou-se da proteção divina. Por esse motivo, é normal [o agravamento da doença]. Assim sendo, é preciso ter consciência desse ponto. Uma vez concedida nova vida à pessoa, Deus disse: “Seja útil à Obra Divina.” É por isso que ela não poderia trabalhar em outra coisa a não ser no servir a Deus. Há muitos casos semelhantes a esse. O facto é que as pessoas usam a vida especialmente recebida como sua exclusiva propriedade, a seu bel-prazer… Quem teve a vida salva e a utiliza para trabalhos em empresas ou qualquer outro, acaba sem salvação.

No presente caso, a pessoa esqueceu-se de que Deus lhe concedera a vida para que ela a utilizasse em Sua obra. Nesse ponto, a responsabilidade também cabe ao orientador. Talvez ele tenha mencionado, mas a explicação foi insuficiente. É preciso enfatizar: “Você não viverá fazendo outras coisas. Deve dedicar-se inteiramente [ao trabalho] de Deus.” Se ela não der ouvidos, deverá ser deixada de lado. É bom receber Johrei, mas deve pedir do fundo do coração: “Eu estava errada. Se, desta vez, eu me curar, vou-me empenhar na salvação do próximo; por isso, conceda-me a vida só mais esta vez.” Se Deus atender o pedido, a pessoa será salva. Todavia, se Ele disser: “Não posso mais, você deve ir para o Mundo Espiritual e trabalhar nele”, então não haverá mais jeito. Nesse ponto, Deus é rigoroso.

Colectânea de Ensinamentos, vol. 6, 17 de janeiro de 1952
O Pão Nosso de Cada Dia, Vol. 1

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