Certo dia, iniciado o encontro com Meishu- Sama, começou-se a ouvir tosses e soluços. Quando, envergonhado, pensava: “Que barulho incómodo”, uma pessoa ao meu lado deu um enorme bocejo. Com um olhar reprovador, Meishu-Sama chamou-lhe severamente a atenção: “Não se deve abrir a boca desta maneira perante os outros!” Por momentos, fez-se silêncio. Aí, Meishu- Sama, com uma fisionomia alegre, desatou a rir em voz alta, descontraindo o ambiente.
Depois, com toda a calma, levando a mão à boca, disse: “Deve-se fazer assim”, e continuou a palestra.
Um ministro
Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol. 5