Antes de ir para o Havai, em Fevereiro de 1953, para fazer difusão, tive a permissão de receber Johrei de Meishu-Sama por onze vezes.
À terceira oportunidade, cheguei ao Hekiun-So cinco minutos antes da hora estabelecida e fiquei à espera d’Ele. Na sala de Johrei, existiam duas almofadas: a de Meishu-Sama estava no local mais afastado da porta. Ele entrou e sentou-se. Fiz-Lhe uma vénia em silêncio e permaneci onde estava. Neste momento, Meishu- Sama falou-me em tom de ordem: “Vem até aqui. O meu tempo pertence a Deus. Eu já me sentei e tu continuas no mesmo lugar. Quando eu me sento, deves vir imediatamente e colocar-te à minha frente para que lhe possa ministrar Johrei.”
Um chefe de Igreja
Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol. 1