“…a nossa felicidade depende de fazermos as…”

7 de Dezembro, 2025

“…a nossa felicidade depende de fazermos as…”

PIEDADE JOSÉ GONÇALVES
JOHREI CENTER DO CAPALANGA
CENTRO-SUL
LUANDA
ANGOLA

Sou membro e dedico como assistente do Grupo Lua, nesta Unidade.

Conheci a Igreja Messiânica, no dia 20 de Agosto de 2003, por intermédio de uma cunhada.

Os motivos que levaram-me a conhecer este maravilhoso caminho da salvação, foram: doença, miséria e conflitos.

Eu era doente e a minha filha também; eu sofria de dores de cabeça intensas, que nos hospitais, apenas acusava paludismo. Este sofrimento, durou mais ou menos 3 anos. Na minha família, havia o registo de mortes constantes pois, de 6 em 6 meses, morria um membro da família, o que originava muitos conflitos. Com relação à miséria, eu não trabalhava e dependia somente do meu então marido e este era o motivo dos conflitos no nosso lar; ele praticava acções da era da noite e, segundo ele, tinha o desejo de me matar. Certo dia, ao chegar à casa, vindo da Unidade Religiosa, olhou para mim e disse: “que igreja é essa onde você foi? Que poder é que ela possui? Hoje era para te matar e mostrou-me uma pistola que ele guardava debaixo da almofada e disse-me: a partir de hoje, já não posso te matar, pega nas tuas coisas, vai embora e deixa o que é meu. Peguei nos meus pertences e fui embora. Fiquei muito espantada pelo resultado imediato que obtive com o recebimento de Johrei, pois, não foi apenas a confissão do meu ex-marido, bem como também as mortes constantes desaparecerem, o que eliminou aquele conflito que advinha, à procura de culpados pelos óbitos. O meu problema da cabeça também ficou história do passado. Como gratidão, tornei-me membro para melhor servir nesta esta Obra Divina.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com as práticas básicas da fé e o meu reenquadramento no Grupo Lua.

Após ter-me separado do marido que me maltratava, contraí uma outra relação. Confesso que o nível de vida melhorou bastante, porém, há algum tempo a esta parte, passei a perceber que algumas coisas não estavam bem no meu lar. O esposo demonstrava uma certa frieza e os nossos filhos não conseguiam emprego; como se não bastasse, um deles passou a apresentar comportamentos desviantes, o que deixava-nos muito preocupados. Na qualidade de messiânica, refleti que, talvez eu não estivesse no agrado de Deus; reconheci que outrora, eu empenhava-me bastante em fazer as outras pessoas felizes e que ultimamente fiquei distraída.

Com a mudança da estrutura da Unidade, o Grupo Lua recebeu uma nova encarregada, que nos tem dado muita força.  Criamos uma programação diferente e todas as segundas e quintas-feiras marchamos nas casas dos membros, realizamos abertura de novas casas, limpeza, distribuição e vivência de flores; quando realizamos o plantão, encaminhamos pessoas pela primeira vez, à porta da Unidade.

Apesar de enfrentar purificações particulares e no seio familiar, vivo constantemente motivada em cumprir com a minha missão e aprofundar nas práticas de fazer felizes as outras pessoas, mesmo nas pequenas acções altruístas.

Como assistente Lua, ganhei a permissão de cuidar de 3 casas dos meus auxiliares e mais uma casa de frequentadores. Nas casas dos auxiliares, pratico aquilo que a encarregada faz na minha casa, sabendo da saúde de todos os membros da família, as dificuldades que cada um tem, práticas básicas, etc. Na casa dos frequentadores, eu os tenho como filhos e sempre estou a pensar no que devo fazer para que eles sejam felizes. Como consequência deste acompanhamento e minha participação nas actividades de expansão do grupo, no coletivo, alcancei os seguintes resultados:

Meu filho que estava afastado da Corporação, por motivos de doença, não recebia o salário e vivia dependendo de mim e do pai, todos os meses; assim que o salário do seu pai caísse, ele mandava o irmão mais novo para ir até à minha casa buscar comida e valores monetários. Esta situação incomodava-me muito, porque a idade dele já não é para depender dos pais. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, foi chamado e já está a trabalhar.

O meu outro filho que estava desempregado, também conseguiu um emprego e está feliz.

O meu outro filho que se encontra em uma outra Província, veio para Luanda e trouxe-me um tablet para filmar e fotografar as actividades da Igreja; chamou-me de heroína, porque ele reconhece o poder do Johrei e a força da Divindade de Meishu-Sama.

O filho que estava a inclinar-se para a delinquência, também mudou de postura e está bem-comportado.

O meu marido também mudou de comportamento, para o melhor. Depois que lhe passei a ministrar Johrei, trata-me como uma rainha e ainda disse-me que no seu trabalho, as coisas mudaram e que já reina paz e harmonia entre os colegas.

Com esses milagres vivenciados, materializei um donativo de gratidão especial e reassumi o compromisso com a outorga de novos membros.

Aprendi uma vez mais que, a nossa felicidade depende de fazermos as outras pessoas felizes.

Encaminhei várias pessoas, das quais 12 tornaram-se membros.

Faço dízimo, donativo de construção e participo de todas as actividades da Igreja.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito obrigada!

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