“…dedicando com amor e com o verdadeiro sentimento de gratidão…”

8 de Fevereiro, 2026

“…dedicando com amor e com o verdadeiro sentimento de gratidão…”

JULIANA CRISTÓVÃO PEDRO SEBASTIÃO
JOHREI CENTER DO BENFICA
NORTE-SUL
LUANDA
ANGOLA

Sou membro e dedico como encarregada do Sanguetsu.

Conheci a Igreja Messiânica em 1999, por intermédio da minha sogra. O motivo que me levou a conhecer a Igreja, foi a doença do meu segundo filho, que na altura sofria de dispneia (problema respiratório), que após várias tentativas sem solução, só foi ultrapassada graças ao Johrei.

Agradecida pelo milagre, materializei o meu donativo de outorga e tornei-me membro, para melhor servir nesta Obra Divina.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o poder do Johrei e o donativo de gratidão.

No dia 15 de Novembro do ano passado, liguei para a minha filha com o objetivo de saber como estavam. Em resposta, disse-me que a sua segunda filha estava doente, mas que já havia feito consulta e estava a fazer a medicação. Dois dias depois, quando voltei a ligar, informou-me que a criança já não tinha febre, porém não conseguia comer, pois tudo o que comia vomitava, não abria os olhos, não se sentava, apenas bebia água e passava o dia todo dormindo.

Como suspeitava de que fosse sarampo, imediatamente preparei-me, pedi permissão ao Messias Meishu-Sama e fui até à sua casa. Ao chegar, não encontrei a minha filha, pois, por não ter noção da gravidade da situação, deixou a criança aos cuidados de uma vizinha e saiu. Encontrei-a realmente muito mal, o que me deixou bastante preocupada.

Imediatamente, liguei para a minha irmã que reside na Província do Kwanza Norte, que me confirmou que de facto se tratava de sarampo e que o surto estava a assolar a Província onde vive, com várias vítimas mortais.

Agradeci profundamente e, no mesmo instante, comecei a ministrar-lhe Johrei, seguido do Autoexame da Fé, durante seis horas. Com esta prática, a purificação acelerou, manifestando dificuldades respiratórias. Agradeci o problema e materializei um donativo.

No dia seguinte, voltei e continuei a ministrar Johrei, acompanhado do Autoexame da Fé. Contudo, a criança continuava no mesmo estado e eu também continuava agradecendo. Dentro de mim, sentia que não deveria levá-la ao hospital. Entretanto, durante a ministração do Johrei, algo deixou-me perplexa.

A minha filha, mãe da criança, de repente levantou-se como se alguém tivesse tomado controlo dela e, sem dizer nada, preparou-se, recebeu a criança que estava comigo a receber Johrei, limpou-a e, no final, disse que a levaria ao hospital. Admirada, fiquei parada, apenas observando-a.

Ao perguntar-lhe a razão, respondeu-me: “Mamã, eu já não aguento vê-la neste estado. Olha só a respiração dela. Eu vou levá-la mesmo ao hospital.”

Permaneci calada, apenas agradecendo e encaminhando o Antepassado que se manifestava através da minha filha. Em seguida, ela começou a contradizer-se, dizendo: “Eu não tenho dinheiro, mas vou falar com uma amiga para ver se ela me empresta. Agora vou a que hospital? No Benfica? Não! Lá só tem estagiários e eles não entendem nada desta doença. Ah! Vou ao hospital próximo de casa… Não! A esta hora o doutor não deve estar…”

Foi então que a adverti, dizendo: “Se pedires dinheiro e fores ao hospital, irás sozinha. Não contes comigo. Neste caso, avisa o teu esposo, pois, como pai e chefe da casa, ele tem de saber o que decidiste.”

Naquela altura, o seu esposo estava a descansar. Ao informá-lo da decisão de levar a criança ao hospital, ele não concordou e nada foi feito. Aproveitando a oportunidade, recebi novamente a criança e comecei a ministrar Johrei.

Não tardou muito, a minha filha recebeu uma mensagem e saiu por alguns instantes para falar ao telefone. Durante esse período, intensifiquei o Johrei e o Autoexame da Fé. Minutos depois, surpreendentemente, a respiração da criança começou a ceder até voltar ao normal.

Quando a minha filha terminou a chamada, encontrou a criança já recuperada. Sentou-se em silêncio, pensativa por alguns minutos e depois disse: “Vó, eu entendo o que se está a passar.”

Ao questioná-la, relatou: “há poucos minutos, recebi uma mensagem de uma amiga; ao ligar-lhe, atendeu e começou a ralhar comigo, perguntando por que eu queria levar a criança ao hospital; o que me surpreendeu, foi o facto de ela não saber que a minha filha estava doente e eu também não tinha comunicado a ninguém a intenção de ir ao hospital. Perguntei-me: como é que ela sabia? Pela forma como falou, estava muito chateada”.

Depois de ouvi-la, agradeci mais uma vez e entendi que aquela era a voz dos Antepassados. Graças ao Messias Meishu-Sama, a criança recuperou e está saudável.

Com este milagre, o meu genro confessou que nunca gostou da oração, muito menos do Johrei. Segundo ele, todas as vezes que eu os visitava, ia para o quarto fazer a sua oração,dizendo: “meu Deus, o Senhor vai permitir que a Tua serva seja enganada com uma oração que ninguém entende”?

Essa situação repetiu-se várias vezes, até ao dia em que ele ouviu uma voz a dizer-lhe: “Pára! Não atrapalhes a oração… Deus é um só.” Desde então, nunca mais interferiu.

Três dias depois, o meu segundo filho começou a sentir-se mal. Foi ao hospital, fez consulta sem dizer nada. Ao tomar conhecimento, liguei para ele, que informou-me que já tinha sido atendido e aguardava os resultados dos exames. Agradeci e esperei.

Dias depois, recebi a visita da monitora do Sanguetsu que, em conversa, procurou saber como estávamos todos. Aproveitei a oportunidade e relatei que um dos meus filhos estava a purificar. Ela chamou-o para ministrar-lhe Johrei, mas ele recusou.

Como o objetivo da monitora era confeccionar um arranjo floral, convidou-o para participar e ele recusou novamente. Apenas agradeci profundamente pois nem ler o Ensinamento ele aceitou.

Enquanto confeccionava a flor, em pensamento eu dizia: “Meishu-Sama, foi por causa dele que Te conheci; ele estava mal, mas melhorou com o Johrei e hoje, não quer saber nada da Igreja, que seja feita a Tua vontade.”

No dia seguinte, a purificação acelerou e manifestou-se sarampo; corpo foi invadido por borbulhas, teve vómitos, diarreia, tosse, falta de apetite e mal conseguia ficar em pé; para ir ao banheiro, precisava de apoio de terceiros. Estava totalmente debilitado e, ainda assim, não aceitava Johrei.

Com isso, aprofundei no sentimento de gratidão, encaminhando todos os Antepassados que estavam presos naquele sofrimento. Posteriormente, ministrei Johrei a todas as crianças dos arredores e outras que vinham pedir naturalmente. Durante a ministração, eu mentalizava o meu filho. Nesse dia, ministrei 15 Johrei.

Durante a noite, enquanto ele dormia, ministrei-lhe Johrei. Graças ao Messias Meishu-Sama, ele recuperou em poucos dias.

O que nos admirou, tanto a mim quanto a ele, foi recordar como estava. Ele frisou: “Por um instante pensei que iria morrer… Esta doença é perigosa e mata mesmo, mas em três dias, consegui recuperar.”

Outro jovem da vizinhança, teve o mesmo problema e levou mais de uma semana para melhorar.

Aprendi com esta experiência, que dedicando com amor e com o verdadeiro sentimento de gratidão, conseguimos ultrapassar todas as dificuldades.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.

Muito obrigada!

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