Tenho 27 anos de idade, sou membro e dedico como auxiliar do Grupo Terra desta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica em 2011, por intermédio da minha mãe, membro da nossa Igreja.
O motivo que esteve na base do meu encaminhamento foi a doença.
Certa vez, após o meu período menstrual ter passado, duas semanas depois, comecei a sentir fortes dores de bexiga; ao falar com uma amiga, esta ofereceu-me um medicamento para parar com as dores. Passado algum tempo, a dor voltou com muita intensidade. Na altura eu morava com os meus tios, minha tia ao aperceber-se, levou-me imediatamente a um posto médico para melhor atendimento; assim, fui interrogada se estava grávida ou se havia feito algum procedimento para interromper alguma gravidez, ao que respondi-lhes que não. A minha tia desconfiada, pediu alguns exames e todos deram negativos.
Fiquei internada para melhor tratamento, as dores não me deixavam e os médicos não sabiam o que fazer.
Fui transferida para um outro hospital, mas as dores não paravam. Nesse período, os meus pais já eram messiânicos. Ao serem informados, levaram-me a um outro Hospital, onde finalmente fui diagnosticada com pus no Abdómen e que por essa razão deveria ser operada com urgência.
A operação correu bem, porém tive uma recuperação muito lenta. Na minha sala havia outras pacientes em melhor estado, mas apenas eu naquela altura tive alta. Sem enterdermos, recebemos o papel e fomos para casa. Em casa, eu não aceitava receber Johrei, pois não acreditava na Igreja e nem no poder do Johrei. Toda vez que sentisse alguma dor, corria para o Hospital, mas estando lá, as dores desapareciam.
Essa situação, repetiu-se algumas vezes, até que minha mãe decidiu não mais acompanhar-me. Ao chegar no hospital, entreguei o meu cartão afim de esperar a minha vez de ser atendida, mas para o meu espanto, não fui chamada e quando procurei saber o porquê, disseram-me que eu não entreguei cartão algum.
Com essa situação, passei a receber Johrei e fiquei totalmente curada. Fomos orientados a materializar o donativo de ingresso na fé e de outorga, tornando-me membro para melhor servir nesta Obra Divina.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o poder do sonen e o donativo de esforço máximo.
Na véspera de preparação para o culto às almas dos Antepassados em Novembro último, eu encontrava-me grávida; após entrada dos formulários, fiz o compromisso de no dia seguinte materializar o meu donativo em nome das linhagens e o valor para o transporte. No dia marcado, enquanto me preparava, senti uma ligeira dor de cabeça, decidi deitar e descansar. Passados alguns instantes, comecei a convulsionar.
Rapidamente minha mãe apercebendo-se do meu estado, chamou pelos meus irmãos que se encontravam em casa no momento e prontamente fui levada para o Hospital, onde fui diagnosticada com malária e que deveria ser operada com urgência para salvar a mim e ao bebé. Tive o parto cesariana, dei à luz a um lindo menino e três dias depois recebemos alta.
Em casa, o meu quadro clínico não era satisfatório, tinha a barriga muito inchada, braços e pernas também. Três dias depois, comecei a sentir muitas dores de barriga. Fomos ao hospital e fui imediatamente internada; fomos informados de que deveria novamente voltar para o bloco operatório pois havia lixo na minha barriga que deveria ser retirado.
Tomamos a decisão de fazer um donativo de esforço máximo para entregar a purificação nas mãos de Deus e do Messias Meishu-Sama. Minha mãe com muita paciência, dirigiu-se à Unidade e materializou o referido donativo.
A operação correu bem, porém o meu inchaço não diminuiu e para o espanto da equipa médica, comecei a expulsar um líquido parecido com fezes, muito mal cheiroso pela mesma ferida aonde havia sido operada. Fiz vários curativos e medicação, mas a situação só piorava e eu me encontrava cada vez mais debilitada.
As pacientes que estavam na mesma sala, reclamavam do mau cheiro. Novamente, fui submetida pela terceira vez, a uma operação e dessa vez, o líquido mal cheiroso passou a sair pelo órgão genital e o mau cheiro continuava. Dessa forma, fui levada a uma sala de isolamento, para que não criasse desconforto às demais pacientes.
Nessa altura, meu sonen era de que a minha vida já não me pertencia mais e que fosse feita a vontade de Deus. Foi então que, recebi a noticia de que seria novamente submetida a uma quarta operação.
Aborrecida, neguei categoricamente. Os médicos deram-me um documento de termo de responsabilidade para que eu assinasse caso acontecesse o pior, assinei o documento. A seguir, o mesmo rasgou o documento e disse que eles deveriam esperar pela decisão dos meus familiares. No mesmo dia, recebi a visita de duas irmãs, que na ocasião ministraram-me Johrei acompanhado de oração e no final as mesmas me fizeram recordar de que o Homem depende do seu pensamento e que o Supremo Deus e o Messias Meishu-Sama, estavam no comando de tudo e por isso não deveria temer.
Confiante, aceitei que fosse operada. Na ocasião, antes da operação, recebi toda a equipa médica que decidiram mudar o método. A recomendação de antes, era que eu só poderia me alimentar de comidas leves, doravante queriam que eu experimentasse passar a comer comidas mais pesadas. Feito isso, não obtive melhorias. Mas com a mudança do meu sonen não fui operada e recebi alta. Os médicos recomendaram fazer curativo todos os dias e para isso recebia diariamente um enfermeiro para o efeito.
A ferida não curava e decidi passar a usar o mesmo valor que pagava ao enfermeiro para fazer donativos.
Para o nosso espanto, o enfermeiro desistiu e mandou a sua mulher que também desistiu, achando que não valeria a pena, pois segundo ela eu não iria sobreviver. Passei a fazer o donativo diário no valor do curativo e donativo de gratidão. Com essa prática, eu continuava a pedir a Deus pela purificação do meu espírito ainda que falecesse. A ferida durou 5 meses, o que fez com que a vizinhança ficasse admirada.
Ninguém acreditava na minha recuperação incluindo o casal de enfermeiros que me assistiam em casa que de tempos em tempos perguntavam aos vizinhos mais próximos sobre o meu estado.
Fruto dessa graça, materializei um donativo especial de gratidão e continuo me empenhando na felicidade de outras pessoas, cuidando dos vizinhos, ministrando Johrei. Cuido de uma casa com 6 frequentadores e faço corretamente os meus donativos.
Com essa experiência de fé, aprendi que Meishu-Sama é realmente o Messias há tanto esperado pela humanidade e que diante de qualquer situação que estejamos a passar, sempre devemos confiar no poder de Meishu-Sama.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
