Tenho 59 anos de idade, sou membro e dedico como encarregada da Rede de Salvação na aldeia de Assuca, no Município de Londuimbali.
Conheci a Igreja Messiânica em 2016, por intermédio de uma santa.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento, foram: doenças, pobreza e conflitos.
Quanto à doença, sofria de maus sonhos e reumatismo que me provocavam problemas de locomoção. Foi nessa fase, que decidi ir a uma santa, que me disse que eu tinha apenas dois caminhos: colocar o etambo (local sagrado dos antepassados) em casa ou procurar uma igreja. E eu respondi que valia apenas o caminho da igreja.
Ela disse que, além do reumatismo, também havia manifestação dos antepassados paternos no meu corpo. Na Igreja, fomos atendidos pelo plantonista que, após ouvir-me atentamente, orientou-me o seguinte:
Receber 10 Johrei por dia;
Manter a Flor de Luz em casa;
Ter a horta caseira;
Fazer limpeza na nave, no pátio da Igreja e nos banheiros;
Participar dos cultos matinais e vesperais;
Fazer o dízimo e outros donativos.
Cumpri com as orientações sem dificuldades, porque tudo o que eu queria era ficar bem e, em menos de um mês, os meus problemas foram ultrapassados.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o cumprimento das orientações superiores.
Antes de me tornar messiânica, vivia em casa da minha irmã. Após participar das dedicações, um dos meus filhos ligou para mim dizendo: mãe, procura uma casa de aluguer, que eu passarei a pagar a renda. Contudo, encontrei uma casa com um quintal de 7 anexos, mas as pessoas, sabendo do comportamento da dona, advertiram-me para que eu não alugasse nenhum anexo naquele local. Como eu gostei, não dei ouvidos aos tais conselhos. Poucos dias depois, entrei em minha casa e daí os conflitos começaram com a dona do quintal, pois ela provocava-me e assim a confusão não parava.
Um dia desses, falei com a senhora, no sentido de autorizar-me a fazer uma limpeza geral no quintal; fruto dessa dedicação, a situação foi amenizada.
Cuido de uma jovem, que sofria de conflitos familiares na parte paterna e até mesmo andava de costas viradas com o avô e por outra, um dos seus tios estava preso. Olhando para o sofrimento daquela família, decidi encaminhar a jovem para a Igreja, passando a receber assistência religiosa em casa de um membro.
No mês de Abril, fiquei com fortes dificuldades respiratórias. Fui orientada pelo telefone, a fazer um donativo de pedido de perdão. No dia seguinte, o meu estado melhorou até à data presente. Faço as necessidades normalmente; a dor de cabeça e a situação respiratória também ficaram ultrapassadas.
Encaminhei mais de 100 pessoas, das quais, 3 são membros e 1 frequentador. Faço dízimo, donativo diário e de construção.
Com esta experiência, aprendi que, Meishu-Sama é o salvador há muito esperado pela humanidade.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
O meu compromisso, é de encaminhar o maior número possível de pessoas.
Muito obrigado!
