O seguinte fato aconteceu na Sede Provisória de Shimizu, em Atami, por volta de maio de 1949. Na época, a Igreja sob minha responsabilidade estava prosperando muito e, inconscientemente, eu ficara presunçoso, demonstrando isso nas minhas atitudes.
Quando, levado pelo ímpeto, entrei em atrito com o responsável de uma unidade religiosa, Meishu-Sama mandou chamar-me. Assim, fui à Sede e fiquei aguardando na sala de espera. Minutos depois, ele apareceu e me disse: “Conforme o homem vai galgando posições mais elevadas, passa a ser observado da cabeça aos pés; por isso, é preciso tomar o máximo de cuidado.”
Eu não imaginava ter ficado presunçoso mas, infelizmente, pairava um clima desagradável entre mim e os demais ministros, demonstrando que, inadvertidamente, eu agia com arrogância. Por esse motivo, Meishu-Sama me ensinou como eu deveria agir no futuro. Fiquei grato a ponto de chorar e, do fundo do coração, curvei-me em reverência, dizendo: “Muito obrigado!” “Não há o que agradecer. Esforce-se bastante!” – Assim falando, Meishu-Sama retirou-se.
À medida que o tempo passa, sinto cada vez mais fortemente a compaixão e o amor de Meishu-Sama manifestados naquela ocasião.
Um chefe de igreja