Sou membro e dedico como auxiliar do Grupo Sol desta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica em 1997, por intermédio da minha filha, missionária desta Igreja.
Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento, foi a curiosidade e a doença da minha ex-esposa, que na altura purificava com muita dor no peito e insónia. Após o cumprimento das práticas básicas orientadas, tudo foi ultrapassado e para agradecer, nos tornamos membros para melhor servir nesta Obra Divina.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o esforço máximo e o despertar para melhor servir.
Em 2024, fui diagnosticado com câncer na próstata, tendo sido submetido a uma cirurgia. Assim, fui orientado pelo responsável, a materializar um esforço máximo para agradecer a purificação. Com isso, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, a operação foi um sucesso, tendo materializado outro donativo para agradecer.
É de realçar, que até antes da operação, eu não estava inteiramente engajado nas dedicações, porém, após esta graça, nasceu em mim o sentimento de passar a dedicar com maior afinco.
No ano seguinte, isto é em 2025, passei a sentir um incómodo muito grande na cabeça. Eram dores que não me permitiam dormir, achando que era um problema nos olhos. Andei por vários hospitais, troquei os óculos várias vezes, tentei medicamentos caseiros, mas sem resultado. Já estava a começar a ficar desesperado, por não saber o que estava a acontecer comigo.
No dia 29 de Abril, por volta das 3h da madrugada, tive uma crise, tendo sido levado inconsciente para o Hospital Militar. Fui recebido pela equipa médica, aonde fui submetido a vários exames, no que os médicos suspeitavam de um AVC. Após exames mais minuciosos, fui diagnosticado com um tumor benigno na parte frontal da cabeça. Com este diagnóstico, os meus filhos não me revelaram a real situação, como forma de preservar a minha saúde.
Os médicos reuniram com os meus filhos e estes sugeriram aos médicos que me encaminhassem para o exterior, mas estes disseram que o tempo não seria suficiente, o que poderia alarmar o caso. Os médicos questionaram como seria possível o vosso pai andar normalmente, fazer exercícios físicos e estar vivo, uma vez que a qualquer momento poderia ter uma recaída onde quer que estivesse! Com isso, decidiram então realizar a operação no mesmo Hospital.
Durante esse processo, eu recebia assistência religiosa dos irmãos, a minha filha passou a realizar dedicações, orações, mexer com a horta caseira em meu nome e materializou alguns donativos de agradecimento.
É de realçar, que eu não aceitava comer a comida do hospital. Com isso, o médico quis saber porque eu não comia e mencionou que normalmente não são permitidas a entrada de refeições de fora. Como havia passado 3 dias, o Doutor Clínico deu o aval para que eu passasse a receber comidas feitas em casa.
Enquanto estive internado, passei também a olhar pelos outros colegas de quarto. Controlava a hora da medicação de cada um, quando o soro terminasse e compartilhava a minha comida com eles também.
Como os irmãos que iam fazer assistência levavam flores de luz e Ikebanas, os meus colegas de quarto relataram que viam uma luz que envolvia o quarto, fazendo com que todos só quisessem ficar no nosso quarto. De realçar que, todos os que estavam naquele quarto, estavam previstos para ir para o bloco, mas graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, dois deles já não foram.
As enfermeiras, chamavam-me de “senhor privilegiado”, pois era difícil um paciente receber visita de várias pessoas no período de visitas e ainda alimentar-se de comidas confecionadas em casa.
Foi então que, no dia 9 de Maio de 2025, foi realizada a minha cirurgia, mas antes de entrar para o bloco operatório, os médicos disseram-me o seguinte: “Sr. Lumbo, nós sabemos que és membro de uma igreja, então peça a Deus que te ajude e nos ajude também.” Assim, foi realizada a cirurgia por um período de exactamente 10h. Tinha sido um procedimento muito exaustivo e delicado e enquanto isso, a minha filha e outros membros, estavam na Unidade, em sintonia com oração. Terminada a cirurgia, estes foram informados que a mesma tinha sido um sucesso e sem sobressaltos.
Após a cirurgia, fui para a sala do pós-operatório, onde fiquei por 72h. Ao voltar para a sala de visitas, as enfermeiras perguntaram-me qual era a minha religião, ao que respondi, que era da Igreja Messiânica.
Estas voltaram a dizer que eu orava bem e que Deus me amava. Após a minha saída do bloco, os meus filhos voltaram a materializar um donativo especial de agradecimento. Passada uma semana, os médicos perguntaram-me se eu já estava preparado para ver as cicatrizes após a cirurgia, ao que respondi que sim. Os médicos removeram a ligadura e ao olhar-me para o espelho, comecei a chorar de emoção e porque não previa tamanha cicatriz. Mas acima de tudo, eu percebi que Deus e Meishu-Sama haviam me dado outra chance. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama recebi alta.
Após 2 meses, passei a ter recaídas. Voltamos para o mesmo Hospital, tendo os médicos explicado que era normal aquele tipo de recaídas. Passados mais 3 meses, decidi ir fazer um Check-Up na República da Namíbia, onde os médicos parabenizaram a equipa médica angolana e disseram que a cirurgia tinha sido bem-feita e que realmente as recaídas eram normais após o procedimento.
Com esse parecer, passei a aprofundar no Johrei, voltei a fazer os dízimos normalmente e a participar das dedicações na Unidade e nos locais de maior luz. Hoje, graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, me encontro bem de saúde e a dedicar.
Com esta experiência, aprendi que o donativo salva e que quando oramos sinceramente a Deus e Meishu-Sama somos protegidos por Eles.
O meu compromisso, é de continuar a dedicar em prol do próximo e contribuir para a conversão do nosso Núcleo de Johrei em Johrei Center.
Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigado!
