Tenho 19 anos de idade, resido no município do Cazenga, bairro da Vila Flor. Sou membro e dedico como assistente do Grupo Terra na unidade acima referida.
Conheci a I.M.M.A. por intermédio dos meus pais, desde a minha infância. De salientar que eu não acreditava na divindade do Messias Meishu-Sama.
Em 2022, o veículo do meu pai foi furtado. Esse meio servia como o seu ganha-pão para o sustento da família. Em consequência dessa situação, passámos por muitas dificuldades, chegando mesmo a enfrentar fome em casa. Diante desse quadro de sofrimento, eu, particularmente, fazia preces diárias a Deus, dizendo: “Por favor, Senhor, faça com que a mota do meu pai apareça.”
Desesperada, sentia que as minhas preces não eram atendidas e, como eu não acreditava no Messias Meishu-Sama, disse: “Meishu-Sama, se realmente és o Messias, por favor, faz com que a mota do meu pai apareça.”
Para o meu espanto, o veículo, que estava desaparecido há 20 dias, foi localizado dois dias após dessa prece. O meu pai foi informado por um amigo de que o meio havia sido encontrado, embora em péssimas condições. Os responsáveis pelo roubo foram apreendidos e detidos.
Com esse milagre vivenciado, ganhei convicção na divindade do Messias Meishu-Sama e decidi frequentar a igreja assiduamente.
A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com assistência religiosa e peregrinação aos locais de maior luz.
Em função do milagre vivenciado no lar, tornámo-nos mais fortes nas atividades religiosas, no sentido de polir os nossos sentimentos. Diariamente, fazíamos a prática do autoexame da fé, às 12h e às 19h, junto com a família. Por conta dessas práticas, naturalmente ganhei permissão para encaminhar outras pessoas à igreja.
Algum tempo depois, comecei a enfrentar oposição por parte de amigas que criticavam a doutrina da nossa igreja, alegando que adorávamos idolatria. Como as críticas eram frequentes, eu ficava envergonhada e desestabilizada, o que culminou com a minha fraqueza nas dedicações.
Passei a não querer dedicar, chegando a ficar semanas sem ir à igreja. Posteriormente, surgiram conflitos familiares, pois a minha mudança de comportamento gerava desarmonia no lar. A minha avó ralhava comigo por qualquer motivo, e os meus pais também reclamavam. Tudo o que eu fazia parecia não agradar.
Refleti comigo mesma: “Quando eu dedicava, tudo corria naturalmente bem. Agora, com o meu afastamento da igreja, estou a ser uma filha que traz desarmonia ao lar.”
Após essa reflexão, decidi ir à unidade religiosa ao encontro do meu orientador, a fim de expor o que estava a viver. Ele orientou-me a assistir ao culto matinal e a participar na marcha de Johrei e da flor. Cumpri a orientação sem vacilar.
Algum tempo depois, voltei a ficar parada nas dedicações e entrei numa purificação severa que durou cerca de três meses.
Tudo começou quando participei num piquenique com as minhas amigas. Após essa atividade, três de nós ficámos severamente doentes, enquanto as outras apresentaram apenas sintomas leves. Os meus pais, preocupados com o meu estado de saúde, levaram-me a uma unidade hospitalar, onde fiz ecografia e outros exames, mas nada foi diagnosticado. Eu estava com a barriga inflamada, e o médico afirmou que já tinha presenciado casos semelhantes, mas que o meu era bastante complicado. Percorremos vários hospitais, sem êxito.
Em casa, passei a receber assistência religiosa dos irmãos da igreja. Numa noite, tive um sonho em que vi uma das amigas do piquenique colocar algo estranho no meu prato. No sonho, questionei-a, mas ela não soube responder. Ao acordar, percebi que tinha sido um sonho.
No dia seguinte, relatei o sucedido à minha mãe. Curiosamente, sempre que essa amiga me visitava, eu piorava. Diante disso, os meus pais proibiram a sua presença em nossa casa.
Os meus pais materializaram um donativo de agradecimento pela purificação e passaram a ministrar-me muito Johrei, juntamente com a leitura dos Ensinamentos de Meishu-Sama. Também me levavam aos locais de maior luz da igreja.
Fruto dessas práticas, comecei a apresentar melhorias significativas e, posteriormente, fiquei totalmente curada. Como gratidão, os meus pais materializaram o donativo da minha outorga, que se realizou em janeiro de 2023.
Hoje tornei-me uma pessoa saudável, com espírito de servir a Deus e ao próximo. Atualmente participo nas atividades do Grupo Jovem com muita gratidão.
Com esta experiência de fé, aprendi que, quando recebemos as orientações dos nossos superiores com obediência, geramos luz. Aprendi ainda que o Johrei é a medicina do século XXI.
O meu compromisso é aprofundar na dor e no sofrimento de outras pessoas, cumprindo as práticas básicas da fé.
Com a permissão do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama, já encaminhei mais de 50 pessoas à igreja, das quais uma está a frequentar. Cuido de uma casa de frequentador com seis pessoas e faço donativo diariamente.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados pela proteção e pela vida que tenho hoje. Aos meus pais, que tiveram a honra de me conduzir a este maravilhoso caminho da salvação, a minha eterna gratidão.
A todos que ouviram o meu relato de fé, o meu muito obrigada.
