Tenho 48 anos de idade, sou missionária e dedico como coordenadora auxiliar da Sociedade Mulher Messiânica, da unidade supracitada.
Conheci a Igreja Messiânica Mundial, no dia 16 de Fevereiro de 2016, por intermédio do meu irmão, membro da Igreja.
Os motivos que levaram a conhecer a Fé Messiânica foram: Doenças, conflitos familiares e conflitos com a vizinhança.
Na Igreja fui recebida pelo plantonista, que depois de ouvir-me atentamente orientou-me a aprofundar nas práticas básicas da Fé Messiânica.
Cumpri com todas às orientações com muita dificuldade pois tinha muita dúvida e sentia que na Igreja Messiânica, estaria a trair Jesus Cristo.
Com o recebimento de Johrei, fui notando melhorias na minha saúde. Os conflitos familiares e com os vizinhos também foram solucionados.
A dada altura, fiquei concebida, mas era uma gravidez com muitas complicações, segundo os médicos era uma gestação de risco e não devia fazer nada de trabalho esforçado. Na unidade fui orientada a receber bastante Johrei até ao momento que comecei a sentir as dores do parto.
Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, o parto que deveria ser de cesariana aconteceu de forma natural. Foi depois deste milagre que comecei a acreditar no poder do Messias Meishu-Sama. Em busca de formas para agradecer a Deus, na altura materializei um donativo especial e seguida fiz o meu donativo de ingresso na fé e de outorga para melhor servir melhor nesta maravilhosa Obra de Salvação do mundo.
A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com o meu enquadramento na Sociedade da Mulher Messiânica.
Purifiquei durante 4 anos com conflito conjugais, a ponto de chegar a dormir com uma faca por baixo da almofada. Sentia muito ódio e um sentimento de mágoa profunda pelo meu marido. Em um dos encontros da Sociedade da mulher, Mulher, a palestrante na em sua abordagem exortou que é preciso tirar as mágoas e o ódio do nosso coração de forma a deixar Deus actuar em nossas vidas. Senti como se essas palavras fossem para mim. De seguida, contou-nos uma experiência de fé relacionada ao assunto e nisso pudemos entender como a pessoa saiu do sofrimento.
Ao sair do encontro fiquei a reflectir sobre aquelas palavras e a pensar que eu deveria mudar. Então tomei a decisão de colocar em prática o que tinha ouvido. Naquela mesma noite, pedi perdão ao meu marido, sem nenhum ressentimento. Graças a Deus, a harmonia voltou a reinar no meu lar.
Antes, em casa eu era muito autoritária com os meus filhos, mas agora me tornei uma pessoa mais flexível com eles o que os deixou muito admirados. Graças a Deus e Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados, sou amiga dos meus filhos, presto atenção a eles com mais amor e carinho. Fruto do meu empenho nas dedicações consegui enquadrar o maior número de mulheres no grupo e muitas delas estão a sair dessa dificuldade.
Passo a relatar algumas ocorrências vivenciada nesse período:
– Uma mamã enfrentava o mesmo o problema que eu passei. Então estudei a minha experiência de fé ela com o objectivo de passar para ela as mesmas práticas que têm mudado o meu lar. Graças a Deus ela abraçou a causa e o seu lar também foi harmonizado.
Outra senhora vivia com o seu marido há 30 anos. Mas este chegou ao ponto de deixar de frequentar a casa abandonou-lhe com os filhos se sequer dar assistência. Depois de enquadrar-se no grupo, ela também colocou a orientação em prática. Graças a isso, o seu marido reapareceu, pediu-lhe perdão e trouxe alguns meios para casa, tais como: uma mobília completa para sala e eletrodomésticos e hoje reina paz em seu lar inclusive já estão a preparar o casamento.
No bairro do Mulundo onde resido, há um lugar, chamado “Curva da Morte. Lá, morria muita gente, de 3 a 4 pessoas por dia o que preocupava não sou de mim mas também aos moradores daquele bairro.
Levei a preocupação ao grupo da Sociedade da Mulher. No dia 15 de Agosto de 2025, recebi a visita do grupo e apôs o encontro na rede salvação do Mulundo, nos dirigimos ao local onde realizamos uma actividade de distribuição de 2.000 flores de luz, visitou-se as casas dos frequentadores e fizemos abertura de novas casas.
Durante a dedicação, incorporou um espírito muito furioso dizendo: “Vocês vieram cá estragar o meu trabalho!”. Disse ainda que fazia aquilo para se alimentar do sangue das pessoas. O espírito pediu uma multa de vinte litros de kissangua e vinte litros de água. De seguida perguntamos se podíamos fazer o donativo ou trazer as coisas em resposta disse que podíamos pagar a dívida do jeito que fazemos na nossa igreja. Assim materializamos um donativo especial de forma agradecer o espírito e este ficou feliz e muito grato. Desde aquela data nunca mais aconteceram acidentes na chamada “Curva da Morte”.
Com esta experiência de fé entendi finalmente o verdadeiro significado da máxima: “A Mulher sábia edifica o seu lar e a tola o destrói com suas próprias mãos”.
O meu compromisso é de continuar a aprofundar nas práticas básicas da fé e a me empenhar mais no meu plantão.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu Sama e aos meus antepassados por ter conhecido este maravilhoso caminho da salvação.
A todos que atentamente ouviram o meu relato de fé, o meu muito obrigada.
