Sou membro e dedico no Grupo Sol desta Unidade.
Conheci a Igreja Messiânica Mundial em 2014, por intermédio de uma vizinha, membro da nossa Igreja.
O motivo que me levou a conhecer a Igreja, foi o seguinte: O meu filho por andar em más companhias, chegava fora de horas à casa e por chamar-lhe à razão, vivíamos sempre em conflitos.
Depois de eu conhecer a Igreja e de cumprir com as práticas básicas orientadas, tudo foi ultrapassado.
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com o acompanhamento de outras pessoas e a distribuição de flores.
No passado mês de Junho, a minha neta foi internada no Hospital. Ela estava com problemas do coração e, durante as consultas, informaram-nos de que ela deveria passar por uma cirurgia.
É importante realçar que, no ano passado, ela já fazia consultas em um outro Hospital, de onde fomos transferidas. Ainda no mesmo ano, ela já havia sido chamada para ser operada. Quando a minha filha me informou da situação, fiquei com medo, pois nunca tinha ouvido falar de tal operação tão perto do coração. Além disso, eu havia notado que ela estava a apresentar algumas melhorias.
Neste ano, durante as consultas de rotina, o médico informou que ela deveria passar urgentemente por uma cirurgia. A minha filha levou a minha neta sem o meu conhecimento e só depois me informou da situação. Naquele momento, eu encontrava-me a purificar e, nesse mesmo dia, não conseguia deslocar-me até ao hospital.
Quando consegui chegar ao hospital, a minha neta estava com a tensão muito alta e os batimentos cardíacos bastante acelerados. Já estava a caminho de dois meses internada, em preparação para passar pela cirurgia.
Então, passei a cuidar dela e a prestar assistência, levando flores para distribuir durante um mês. Não só dava assistência à minha neta, mas também aos outros pacientes que se encontravam em outros quartos, inclusive, um dos pacientes relatou que, também já tinha sido messiânico, pedindo que eu continuasse a prestar-lhe assistência.
É importante realçar que, no primeiro dia em que cheguei ao hospital, ofereci também flores aos enfermeiros, para além da minha neta e dos outros pacientes.
No dia em que a minha neta deveria ser operada, os médicos chamaram os familiares para assinarmos o termo de compromisso. Falei com os pais dela e disse-lhes que, antes de assinarmos, deveríamos fazer uma oração e, só depois, assinarmos.
Passado algum tempo, os médicos informaram-nos de que a cirurgia havia sido remarcada para dali a dois dias. Foi então que, fui agradecer no Altar da Unidade e comunicar o ocorrido ao meu superior, onde, juntos, fizemos uma oração no Altar.
No dia da cirurgia, levei flores que distribuí por vários quartos de pacientes que também estavam à espera para serem operados. Depois de distribuir as flores, também fazia oração.
Uma das pacientes foi operada primeiro que a minha neta e, graças a Deus, correu tudo bem. Depois, quando chegou a vez da minha neta, também correu tudo bem graças a Deus.
No dia seguinte, foi a vez de uma outra jovem que, após a cirurgia, entrou em estado de coma durante dois dias mas, graças a Deus, ela acordou e ficou tudo bem; ela ficou mais tempo internada em relação às outras, porque a sua recuperação estava mais lenta.
A reação que a minha neta teve depois da operação, foi de febres altas. Segundo os médicos, isso era próprio da cirurgia e não que havia motivos para preocupações. Disseram também que a recuperação dela estava boa e que, dentro de duas semanas, ela poderia ter alta.
Durante um dos turnos, enquanto eu estava no banheiro, apareceu uma médica que ficou bastante irritada com as flores, dizendo que o hospital não era local para flores e que eu deveria retirar todas as flores que havia colocado nos outros quartos.
Foi então que, os pacientes não aceitaram e disseram que as flores não poderiam ser removidas, porque estavam a fazer-lhes bem. Disseram ainda que, se fossem removidas, ela mesma é que deveria fazê-lo.
Mais tarde, durante os curativos da minha neta, estes passaram a ser feitos com bastante agressividade, chegando ao ponto de os ferimentos voltarem a abrir. Quando a menina passou a chorar, chegou um outro médico que passou a fazer os curativos e disse que nós já não tínhamos que estar ali, porque a recuperação da menina estava boa. Como a ferida havia aberto, tinha que se aplicar novamente anestesia para voltar a ser suturada.
Nesta fase, passava a noite toda a ministrar Johrei. Depois de um dia, a menina estava a recuperar bem e, quando o médico apareceu, disse que tínhamos que receber já alta, para não voltar a acontecer o que havia acontecido. Foi assim que, nos passaram a declaração e a receita, para que, junto de um centro médico, fizéssemos os curativos.
Neste momento, a minha neta está em fase de recuperação. Havia ficado três pacientes no hospital que, actualmente, também já receberam alta.
No total, acompanhei seis pessoas e, graças a Deus, em todas elas as cirurgias foram um sucesso.
Com esta experiência de fé, aprendi que Meishu-Sama é o Messias Salvador da humanidade e que, quando fazemos as outras pessoas felizes, Deus também nos concede a mesma felicidade.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação.
Muito obrigada!
