Tenho 53 anos de idade, sou frequentadora e dedico como assistente do Grupo Lua, na Rede de Salvação Macuia.
Conheci a Igreja Messiânica em 2022, por intermédio de um missionário.
Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram: doenças, maus sonhos, dificuldades financeiras e conflitos familiares.
No que se refere à doença, sofri durante muitos anos com terríveis dores de cabeça. Com o objetivo de encontrar melhorias, percorri por vários caminhos com gastos avultados em dinheiro e bens materiais, mas sem sucesso.
À medida que a doença se prolongava, ela se tornou a origem de grandes dificuldades financeiras e conflitos familiares, culminando com o abandono total da minha família.
Naquela altura, um missionário que era meu vizinho, compadecido com a minha situação, falou-me sobre o Johrei. No dia seguinte, ele convidou-me e juntos fomos à Sede Central, onde durante a prática do Johrei, as dores se intensificaram.
Voltando para casa com as mesmas dores, no dia seguinte, não queria mais saber do Johrei. Mesmo o missionário tendo me explicado da aceleração da dor, não concordei, partindo para outras pesquisas em busca de saúde, que ao invés de melhorar, pelo contrário só piorava.
Nesse período de sofrimento, abandonei a casa e fui viver ao lado de uma praça, com a esperança de que, pudesse aparecer alguém que me ajudasse com algo para comer. Dormia num quintalão onde se vende carvão, já não conseguia tomar banho e por conta disso, deitava um cheiro desagradável, pelo que sentia receio de estar no meio das pessoas.
Certo dia, vi no pescoço de uma irmã que também fazia o seu negócio no mesmo quintal, um fio da Igreja, identifiquei-me e, no dia seguinte, fomos à Sede Central, onde um missionário depois que me ouviu atentamente, fez com que eu percebesse que era necessário suportar a dor, assim como uma mãe em trabalho de parto que no final, encontra a felicidade.
Foi assim que, passei a frequentar o Johrei Center do Chinguar, participando nos desafios de orações, visitas de casas, distribuição de flores e limpeza nas casas e nas ruas; foi o suficiente para mudar o quadro da minha vida:
– As dores de cabeça desapareceram;
– Os familiares que já não me procuravam e nem telefonavam por causa dos conflitos, hoje a situação se harmonizou;
– Os maus sonhos já não se fazem sentir;
– As dificuldades financeiras foram ultrapassadas;
A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a ingratidão.
Depois de me sentir realizada em termos financeiros, procurei alugar uma casa para melhor receber as famílias que me procuravam.
Meses mais tarde, percebi que já não fazia corretamente os donativos, muito menos visita de casas e outras práticas básicas da fé, sentindo que estava a enfraquecer espiritualmente.
Como consequência, em poucos dias, fiquei sem dinheiro para pagar o aluguel da casa e para suprir minhas necessidades básicas. Como se não bastasse, havia recebido uma graça de viver com o meu neto, mas nesse período de ingratidão, a família cortou novamente o contacto comigo.
Totalmente atrapalhada, fui falar com o superior, que me orientou a fazer um donativo de pedido de perdão e a retomar as práticas básicas anteriormente orientadas. Foi assim que, tudo voltou ao normal.
Aprendi que, se não tivermos certeza das nossas decisões, o ideal é buscar a orientação nos nossos superiores.
O meu compromisso, é manter sempre o sentimento de gratidão em todas as circunstâncias e tornar-me membro na próxima outorga.
Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.
Muito obrigada!
