“…qual é a missão do ser humano, pelo que…”

3 de Dezembro, 2024

“…qual é a missão do ser humano, pelo que…”

🙎🏾‍♂VICENTE FUTI BANDEIRA MUNGOVO
REDE DE SALVAÇÃO DA LUCALA
NORTE-SUL
KUANZA-NORTE
ANGOLA

Sou frequentador e dedico como auxiliar do Grupo Lua nesta Rede de Salvação.

Conheci a Igreja Messiânica em 2003, na Província de Cabinda, encaminhado por um vizinho, em memória. Na altura, eu fazia o uso exagerado de bebidas alcoólicas, andava disperso, procurando convívios que não me levavam a nada e quando no fim do mês recebesse o salário, esquecia-me de voltar para casa, só regressando depois que o dinheiro acabasse. Nesse mesmo ano, escorreguei e bati com o braço esquerdo no chão que amparou a queda; a partir daí, passei a sentir dores sempre no mesmo local.

O meu vizinho compadeceu-se com o meu sofrimento, encaminhou-me à Igreja e em pouco tempo com a prática das orientações recebidas, livrei-me de quase todos esses problemas, desliguei-me das más companhias, mas as dores no braço continuavam. Três meses depois, afastei-me da Igreja, mas já não voltei à vida que levava anteriormente.

Em 2023, fui transferido para a Província do Kuanza-Norte; nessa altura, as dores no braço tinham acelerado, pelo que passei a fazer consultas hospitalares constantes e não podia ficar sem tomar remédio; estava preocupado porque o braço afetado é o que mais uso nos meus trabalhos, pois sou mecânico de profissão e receava vir a perder o meu emprego. Durante as noites, as dores aceleravam e sentia como se tivesse pus no seu interior e imaginava alguma infeção.

Certo dia, quando me dirigia ao Hospital Municipal para consulta de rotina, vi uma horta floral à beira da estrada, em frente a uma casa e pelas características, pareceu-me ser um local Messiânico; interpelei o senhor que estava a cuidar da mesma horta, perguntando-lhe se era Messiânico. Respondeu-me que sim e que o espaço onde nos encontrávamos era uma Igreja, convidando-me a entrar. Como eu estava com pressa devido aos compromissos laborais e hospitalares, conversamos pouco e me apercebi que ele era o próprio responsável. Assim, disse-lhe que voltaria no dia seguinte.

Apareci na Unidade no dia seguinte, depois das 17h:30 que é a hora que largo do serviço; apresentei as minhas dificuldades ao responsável, recebi as orientações e também Johrei durante cerca de duas horas e nessa noite, tive um sono profundo. No segundo dia, recebi Johrei até por volta das 20h:00. Curioso, era que todos os dias enquanto recebia Johrei, o responsável dava-me um livro de ensinamentos de Meishu-Sama e fazia a leitura até ao término do Johrei. A partir do terceiro dia, as dores que me atormentaram durante vinte anos, desapareceram completamente.

Passei a fazer o meu trabalho normalmente e com espírito de alegria. Chamei o meu colega de serviço e mostrei-lhe os movimentos que eu estava a fazer com o braço que se pensava não ter cura. Convidei-lhe para que fosse à Igreja para conhecer as maravilhas que estão a ocorrer nas vidas das pessoas, inclusive propus-lhe realizar o seu trabalho, nas horas que ele estivesse na Igreja e expliquei-lhe ainda que durante vinte anos, a medicina não conseguiu resolver o problema que eu estava a passar com o braço, mas que com apenas duas sessões intensas de Johrei, hoje estou salvo, feliz e com esperança de vida.

A minha emoção foi tão forte, que não esperei que o responsável me falasse sobre a materialização da gratidão, eu próprio e por iniciativa movida pela tamanha graça, comuniquei-lhe que tinha preparado o meu donativo e juntos fomos ao Altar.

Durante esse período, entendi qual é a missão do ser humano, pelo que estou a preparar-me para me tornar membro e participar da salvação das outras pessoas. Estou também a empenhar-me ao máximo no encaminhamento do maior número possível de pessoas, iniciando pelos colegas de serviço. Já me inscrevi para participar da caravana para o Culto do Natalício de Meishu-Sama, a realizar-se na Sede Central de África, no próximo dia 22 de Dezembro de 2024.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu- Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de ter conhecido este caminho da salvação.

Muito obrigado!

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