Culto Mensal de Gratidão de Fevereiro de 2020

Reverendo Claudio Cristiano Leal Pinheiro

Sede Central de África – Futungo de Belas

2 de Fevereiro de 2020

Bom dia a todos (Bom dia!)

Todos estão a passar bem? (Graças a Deus e Messias Meishu-Sama)!

Muito obrigado pela vossa presença e pela recepção! Quero agradecer do fundo do coração por todo esforço que os senhores têm feito em prol da expansão do Johrei e dos Ensinamentos do Messias Meishu-Sama aqui em Angola e por todo o nosso querido Continente Africano.

Levar a Flor para Transformar a Sociedade

Os Senhores gostaram da Cerimónia “Hatsu-Ike”? (Gostamos). Mais uma salva de palma para as professoras! (aplausos). Muito obrigado pela participação dos senhores. Fiquei muito emocionado ao participar dessa cerimónia hoje juntamente com os senhores, abrindo oficialmente as actividades da nossa Academia Sanguetsu, em Angola, em África. Eu acho que nós precisamos pegar o espírito dessa actividade que foi realizada hoje, onde as professoras fizeram a Ikebana, ouvimos aquelas palavras e levamos para o nosso dia a dia. Como foi falado, vamos nos tornar instrumentos de levar felicidade para a sociedade do mundo através da flor.  

Nós podemos e devemos fazer essa grande diferença de concretizar o que o Messias Meishu-Sama pediu: “fazer com que, onde quer que hajam pessoa possa haver flores”.  Então eu gostaria de convidar os senhores para buscar se matricular nos cursos de Ikebana aqui na Sede, nas unidades, nas províncias para fazerem o curso; o básico, o intermediário o avançado. Uma coisa é fazermos a flor de luz para distribuir, mas fazermos a aula de Ikebana para cada vez mais trabalharmos o nosso interior através da flor. Nós podemos aprofundar nessa campanha de Formação do Paraíso através das flores; na nossa casa, no nosso local do trabalho, na nossa escola; onde quer que frequentemos; pessoas de outras igrejas, de outras religiões também podem aprender esse curso de Ikebana e fazer com que a flor faça parte do seu dia a dia também.

Meishu-Sama dava muita ênfase  a esse trabalho de construção do Paraíso através das flores. É muito importante principalmente, nessa face de transição, em que vemos tantos problemas, tantos sofrimentos, na sociedade, no coração das pessoas, nós podermos iluminar o interior do nosso próximo através do contacto com A Beleza da Flor. Então eu gostaria de pedir que quem não fez que comece a fazer o curso de Ikebana, quem fez e parou que volte e quem está a fazer as aulas, que procure convidar as outras pessoas para também aprender mais para poder levar a flor com o objectivo de transformar a sociedade.

A Grande Purificação Mundial

O ano 2020 começou com muitas situações a nível mundial. Muita gente está preocupada com o “corona vírus” na china, não é isso? E aqui estamos a ter um problema muito sério no Leste da África. É o problema de uma praga de gafanhotos. São biliões de gafanhotos que estão a devorar tudo que encontram pelo caminho.  Certos enxames chegam até 150 milhões insectos. Onde eles param, comem tudo que é verde, eles comem o suficiente para alimentar 35 mil pessoas num só dia só. Só um enxame dos miliares que estão espalhados naquela região. Isso tudo tem haver com o que o Messias Meishu-Sama falou a 70 anos atrás e que nós podemos ler nos seus ensinamentos, como o que foi lido hoje no nosso culto. Onde houverem impurezas a natureza vai criar uma situação para limpar. Onde houver impureza será necessária uma acção de limpeza, de purificação. Então nós messiânicos, como pessoas que acreditam em Meishu-Sama, como messias esperado pela humanidade, não precisamos ter medo dessas situações. Precisamos sim, praticar actividades que limpem essas impurezas, nossas e da sociedade com alegria. Precisamos praticar acções que ajudem a limpar o nosso espírito, o nosso sangue, o nosso sentimento. Nisso reside a importância de aprofundar nas Colunas da Salvação.

O Johrei

O Johrei, como próprio nome expressa: “Purificação do Espírito”,  além de purificar o espirito também limpa o nosso sangue; o sangue é o espirito materializado; limpando o sangue não há a necessidade de alguma acção externa para limpar; se vai eliminar toxina vai ter cada vez mais saúde. Mas junto com Johrei, nós precisamos nos preocupar mais também com o consumo de Alimentos Naturais. Se não, estaremos a limpar o sangue através do recebimento e ministração de muito Johrei, mas a comida que comemos estará cheia de impurezas. Então nós todos precisamos nos preocupar além de ter uma horta modelo na nossa casa, encaminhamos quem nós sabermos que tem lavra, quem é produtor. Vamos nos preocupar em encaminhar pessoas para praticar o nosso método agrícola, para podermos limpar o nosso sangue através da nossa alimentação natural; uma alimentação que ao invés de sujar o sangue e trazer doença, vai limpar o nosso sangue, nosso corpo e vai gerar saúde para nós e para sociedade.

A Arte do Belo

É importante também a limpeza do sentimento e pensamentos através do contacto com o Belo. Falamos da Arte da Ikebana, mas as outras formas de arte também são importantes no nosso dia-a-dia. A música, a televisão, o cinema, o teatro, a escultura; tudo o que promover a limpeza do nosso interior, nos fizer relaxar, melhorar, aperfeiçoar, nos aproxima de Deus.

No que toca ao servir a sociedade, agora no dia 04 de fevereiro, feriado aqui em Angola, para nós é também uma data importante no calendário messiânico. A partir das nossas unidades vamos orar agradecendo por esse dia e vamos desenvolver actividades de limpezas e distribuição de flores incluindo aqui na Sede Central. Essa campanha da limpeza é para conscientizar os nossos vizinhos e a sociedade em geral de como é importante manter o nosso meio ambiente limpo para evitar o contacto com a sujeira, com as impurezas que gera mais manifestação de doenças no nosso seio. Portanto, todas essas actividades estão ligadas ao nosso objectivo que é a Construção do Paraíso Terrestre.  

A Construção do Paraíso

Falando em Construção do Paraíso, Meishu-Sama diz que esta começa a partir de um protótipo. Nós estamos aqui na Sede Central de África; aqui em África foi a primeira sede que construímos de raiz. Em Moçambique também temos a nossa sede.  Esse mês, até a semana passada, eu visitei são Tomé e Príncipe onde nós estamos a construir a terceira Sede Central no nosso continente. Os nossos irmãos estão a fazer um trabalho muito bonito, com muito amor, muita gratidão! É um terreno bonito, com mais ou menos 1.2 hectares; é grande! Ali está a ser criado um grande protótipo! E graças a essa dedicação de construção desse protótipo, eles estão a ter a permissão de receber maiores graças ainda. Tivemos a permissão nessa viajem a São Tome, de inaugurar o Johrei Center na cidade de Neves. Parabéns aos nossos irmãos de São-tomenses por mais essa unidade religiosa!  (aplausos ).

Além da unidade que é própria, nós também temos na cidade de neves um terreno que eu visitei, onde vai ser feita uma unidade maior; com o tempo vai ser construída. Visitamos outros locais onde nós vamos ter novas unidades inauguradas no país durante esse ano. Pude ouvir várias experiências de fé que me marcaram muito, ligadas a dedicação dos nossos irmãos. Eles estão muito felizes de saber que nós aqui estamos a construir o nosso Solo Sagrado, estão com sentimento de participar dessa construção através da construção da Sede Central deles em São Tomé através das caravanas que serão enviadas para Angola durante esse ano.

A Importância de Dedicar nos Locais de Maior Luz

Ouvi uma experiência de uma irmã nossa missionária que enfrentava muitas dificuldades financeiras. Sofria com conflitos, os filhos que estudam fora do país em Londres, estavam a sofrer muito, tinham dificuldades em receber os valores para se manterem.  Ela resolveu dedicar na sede. Mas viu que estava com pouco combustível. Pensou: “Puxa será que eu vou conseguir chegar e voltar!?”. Mas não esmoreceu e pensou: “Eu quero dedicar na Sede Central; eu quero ir lá para agradecer ao Messias Meishu-Sama!”. Ela foi e conseguiu chegar. Chegou muito cedo, dedicou no jardim da Sede Central, recebeu e ministrou Johrei, conversou com o ministro sobre a dificuldade que estava a passar, fizeram oração. Ela sentiu motivação para continuar e assim continuou a dedicar com as próprias mãos. Quando estava a terminar a dedicação, recebeu um telefonema. Era uma pessoa com quem ela tinha feito um negócio a muitos meses e que já nem mais atendia os seus telefonemas, quando ligava para cobrar a dívida. Mas a pessoa ligou e perguntou: “você está aonde?” Ela respondeu: “Estou na minha igreja que é a Sede Central nos palmares!” Essa pessoa então disse: “Olha eu estou com seu o dinheiro aqui; posso levar para a sua casa e entregar para alguém?”. Ela respondeu: “Pode!” Aí essa pessoa entregou o seu dinheiro. Ela admirada exclamou: “Puxa Meishu-Sama, eu tive uma resposta grande; nem sai daqui e já tive essa resposta!”.  Assim ela conseguiu começar a saldar as suas dívidas.

No mesmo dia, a noite ela já cochilava, o telefone toca. Era um colega que disse: “Olha eu estou aqui no hotel, tem uma família que veio do congo que está a procurar uma pessoa com o seu sobrenome; eles têm uma foto aqui que parece ser o seu falecido pai. Ela falou: “Não pode! Eu não tenho família no congo; eu sou daqui! O senhor falou: “Vou enviar a foto; liga os seus dados que eu vou te mandar no wahatssap!” O senhor mandou a foto e ela: “Parece mesmo o meu pai, mais jovem; eu nunca vi essa foto do meu pai! Ela enviou para os irmãos em Portugal e em são tome. Eles perguntavam: “Mas de quem é essa foto?” Ela respondeu: “Vocês não reconhecem que é o nosso pai!” Eles admirados disseram: “Onde é que você conseguiu essa foto dele você não reconhece o seu próprio pai!”. Então ela ligou para o irmão que vive em São Tomé e foram até ao hotel. Aquela família que estava à procura dos parentes ia embora no dia seguinte. Eles estavam numa missão da igreja deles, mas realmente queriam encontrar com a família em São Tomé.

Quando chegaram lá quando o irmão dela fala bem o francês, esclareceram que o pai deles tinha vindo do Congo Brazaville e tinha perdido todo o contacto da família há décadas. Mas a família queria saber se tinha um descendente deles em São Tomé. Naquele dia eles descobriram a origem paterna da sua família que é na República do Congo, brazaville, em Ponta Negra. Ela ficou muito feliz. Eles trocaram os contactos. Ela conseguiu encontrar uma parte da família que eles nem tinham noção de onde era. Até o pai falecer não falavam de onde tinha vindo; não tocava muito no assunto. Então tudo isso começou! Além disso, os filhos dela depois desse dia, conseguiram ser transferidos para Portugal, estão a viver mais tranquilos, duas filhas conseguiram ir para São Tomé; uma delas participou do Culto Mensal passado junto com a mãe; eu pude encontrar com ela na cerimônia. Tudo isso fruto da dedicação nos locais de maior luz.

Nós estamos aqui hoje na Sede, agradecendo o mês de janeiro pedindo permissão para começar o mês. Nós precisamos além de vir dedicar no local de maior luz, participar na construção desses locais. Este ano vamos concluir as obras que faltam aqui na Sede Central e com a união de todos vamos retomar a construção do Santuário dos nossos Antepassados no solo Sagrado de Cacuaco (Aplausos). Para isso, nós precisamos aprofundar na nossa dedicação.

A cerca da Experiência de fé

Senhora Conceição Manuel Jovete – JC Rio Seco

Os senhores gostaram da experiência de fé que a irmã relatou hoje? (gostamos) Mais uma salva de palmas para ela! (aplausos). A experiência dela é muito boa. Porque nós vimos o que aconteceu com a maioria de nós que estamos aqui, o sofrimento que ela vivia com a família, a doença da filha antes de conhecer o Messias Meishu-Sama; era o sofrimento da saúde da filha, sofrimento financeiro, e tudo isso melhorou com o Johrei, a vida deles mudou ela se tornou membro e entrou numa situação como ela disse, difícil; financeira, conflito, coração pesado querendo até agredir o ex-marido que não ajudava.  Muitas vezes como aconteceu com ela, pode acontecer com qualquer um de nós! Estou a dedicar porque a minha vida está assim, não o que acontece muito? Mas vamos estudar a experiência da nossa irmã! Quando ela abriu o coração com o responsável da unidade, recebendo Johrei, ela conseguiu sair da ilusão que estava a dedicar! Como ela própria disse que falhava no donativo, ia fazer o plantão, mas limpava; mas podia fazer mais, principalmente salvar pessoas.

Quando nós falamos dedicação, “dedicação é sinônimo de gratidão”. O objectivo de todos nós temos sido salvos pelo Messias Meishu-Sama, pudermos participar da obra Dele como Seus representantes. O que é representar o Messias Meishu-Sama? É participar da Construção do Paraíso e da Salvação da Humanidade. Nós vamos participar da construção, dedicando com as próprias mãos, através da prática do donativo e vamos salvar a humanidade ministrando Johrei, encaminhando, despertando as pessoas para que elas também possam ministrar Johrei e serem instrumentos da construção do paraíso e da Salvação da humanidade.  Quando a irmã fez a reflexão e reconheceu que a dedicação dela não estava sendo o seu máximo para servir a Deus; quando ela entendeu isso no fundo do coração, primeiro ela ficou com o coração mais leve e quando ela chegou em casa a situação dela já começou a mudar, não foi? Enquanto não muda o nosso sentimento o mundo espiritual não muda e a nossa condição material também não muda!

A construção do paraíso começa no nosso coração, no nosso sentimento, aprofundando no sentimento de gratidão; como ela disse, no plantão ela só vinha, limpava, mas não ministrava, não encaminhava pessoas na porta. Vamos procurar utilizar a nossa vida para levar o Messias para quem não conhece, para dar assistência para quem já conhece, para ajudar no aperfeiçoamento de quem está querendo aprofundar mais, vamos procurar a cada momento ver o que eu posso melhorar no meu servir; como eu posso ser mais útil à Deus e ao Messias Meishu-Sama.

Acontecem muitas vezes situações na nossa vida para chamar a nossa atenção de que tem algo a mais que possamos fazer em casa, no trabalho, na Igreja, na escola, na rua. Tem uma experiência de uma irmã de Moçambique, que trabalha como secretária numa casa, com a família. Ela sempre se deu bem com a patroa, com a família, mas de uns meses para cá a patroa começou a desconfiar dela. Tratava mal, começou a ter um ambiente de conflito. E ela não entendia o porque; ela não entendia, e começou a refletir: “Mas porque!? Eu me dava tão bem com ela, com o marido e com os filhos dela; porque é que começou este conflito no meu local de trabalho!? Estou a dedicar, estou a fazer o meu dízimo correcto, levo sempre a flor para lá!”.  Então ela começou a buscar as causas!

Certo dia, o patrão precisou de ajuda. Ele teve uma trombose, não estava bem, não se movimentava bem. Ela, vendo o sofrimento do patrão para se manter em pé foi ajudar, mas quando se apercebeu da dor que ele passava, ela sentiu vontade de oferecer o Johrei; ela nunca tinha feito isso. Assim, ela falou: “Posso oferecer uma oração para o senhor!? Ele respondeu: “Pode”. Então ela pediu permissão e começou a ministrar Johrei! O senhor sentiu-se melhor e falou: “Puxa eu aqui a sofrer tanto, mas afinal tenho uma boa curandeira aqui dentro de casa!”. (Aplausos). Ela respondeu: “Eu não sou curandeira não chefe; eu sou messiânica!” O patrão pediu que chamasse a esposa dele, e as outras pessoas e disse para a irmã: “Vem aqui e ministra na minha esposa também!”. Ali ela ministrou também na esposa. A partir daquele dia, o patrão não deixava ela ir casa, se não ministrasse Johrei nele e na esposa. Eles começaram a receber Johrei, e já começaram a ter contacto com os ensinamentos do Messias Meishu-Sama. Então muitas vezes tem situações, que vão acontecer porque tem algo a mais, que nós podemos a profundar no nosso servir. O caminho para a Construção do Paraíso é através da dedicação do servir a Deus; servir a Deus servindo o nosso próximo cada vez melhor.

Um Saber Maior

 (Reminiscências Sobre Meishu-Sama vol.3 pág.50)

Há uma reminiscência bem marcante de quando Meishu-Sama estava vivo. Na época depois da segunda guerra mundial, o Japão todo destruído, tudo que os senhores imaginarem de dificuldades:  financeira, doenças; tudo. Mas naquele ambiente crítico, o Messias começou a construir os dois primeiros Solos Sagrados: Hakone e atami. Na altura faltava principalmente muita comida no Japão.  A alimentação básica dos Japonês é o arroz e os membros se preocupavam em conseguir comida para viver, mas os que tinham gratidão serviam através do donativo e também levavam arroz ao Solo Sagrado para os dedicantes poderem se alimentar e dedicar na construção.

Havia 4 membros da província de Niigata que conseguiram arroz, fizeram os bolinhos, os motchi para poder levar para o Solo Sagrado. Naquela época o sistema ferroviário do Japão não era como hoje; quando a gente vai com a caravana todo bonito, sofisticado; a situação do pais era muito precária. Mesmo assim, fizeram a viajem bem longa até chegarem a Atami. O trem atrasou muito e quando eles chegaram, já passavam das 23 horas, chegaram muito tarde. Então pensaram: “Vamos dormir aqui na estação, vamos ficar aqui e de manhã vamos levar o arroz para o Solo Sagrado!”. Mas eles viram muita gente em volta, pessoas dormindo, que viviam na rua e ficaram com medo de ser roubados o que estavam  a levar.

Então resolveram: “É melhor subirmos ao Solo Sagrado para deixar lá o arroz e que nós levamos e depois voltamos para aqui!”. Assi, foram até Solo Sagrado, bateram a porta e o dedicante abriu apesar de ser muito tarde e recebeu o arroz que eles levaram. Eles agradeceram e despediram dizendo: “Nós já vamos embora, vamos voltar para estação, que amanhã pegamos o trem!”. Mas dedicante disse: “Não, não vocês não vão voltar! Meishu-Sama nos avisou que virião 4 pessoas trazendo arroz e por isso preparamos um lugar para receber os senhores aqui!”. Mas como é que Meishu-Sama sabia? Naquela época não tinha telemóvel para avisar neh?! Que não tinha telefone pelo país!  Ninguém avisou que eles iam mas Meishu-Sama falou para as pessoas: virão 4 dedicantes, preparem aposento para eles passarem a noite!”. E o ministro que relatou isso, falou o seguinte: “Nenhum de nós entendeu como é que Meishu-Sama sabia daquilo!”.

Se Meishu-Sama no Mundo Material já sentia quem tinha gratidão para servir e protegia, hoje a partir do Mundo Divino, essa proteção é infinita! Nós precisamos centralizar cada vez mas a nossa fé no Messias Meishu-Sama, no servir e aprofundarmos na dedicação! Vamos refletir: “O que eu posso fazer mais? No que eu posso melhorar no meu servir para participar dessa construção do nosso primeiro Solo Sagrado da África e do Paraíso Terrestre!

Muito obrigado! Feliz domingo! Feliz mês de Fevereiro para todos! Muito obrigado a todos

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