Maria Chimixi – NJ Sangondo – Moxico – Angola

Chamo-me Maria Quenga Chimixi, tenho 22 anos de idade. Sou membro e dedico na locução.

Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Angola no ano de 2015, por intermédio da minha família.

O motivo que esteve na base do meu encaminhamento à fé, foi a curiosidade.

Certo dia, recebemos a visita do grupo terra, onde fui convidada a participar do culto mensal de gratidão. Na verdade, eu não acreditava na Igreja Messiânica, pois tinha dúvidas quanto à oração e às imagens do Altar. Assim, aceitei o convite e fui assistir o culto.

Durante o culto, o palestrante falava sobre a Divindade de Meishu-Sama, sobre a Sua vinda e ainda disse que Meishu-Sama não veio substituir o nosso senhor Jesus Cristo nos corações dos cristãos, nem Buda nos corações dos budistas. Ouvidas essas palavras, até parecia que estavam a ser dirigidas a mim.

Assim, com o interesse de pesquisar, dias depois, fui recebida pelo plantão da unidade que me orientou as práticas básicas da Igreja que cumpri sem nenhuma dificuldade, porque queria de facto constatar a força do Johrei e o poder da Igreja Messiânica. Deste modo, comecei a aprofundar no recebimento de Johrei, participando activamente nas marchas com o grupo terra. Um mês depois de iniciar a dedicação, comecei a notar mudanças que fizeram com que nascesse o sentimento de tornar-me membro para servir como instrumento do Supremo Deus na ministração de Johrei.

Uma semana depois, fui ter com o meu orientador, onde lhe expliquei o desejo de me tornar membro. Surpreendido, ele orientou-me a aprofundar nas práticas básicas, principalmente encaminhar outras pessoas, receber bastante Johrei diariamente, participar nas marchas e em todas as actividades da Igreja.

Como a vontade de me tornar membro era maior, a minha única preocupação naquele momento era o donativo para a outorga, pois não queria pedir ao meu pai. Entretanto, apareceu uma irmã que se prontificou a fazer o donativo e assim, muito feliz, fui outorgada no dia 20 de setembro de 2016.

Algum tempo depois, comecei a viver um clima de conflitos com meu pai, onde por tudo e por nada, ele exaltava-se. Mais tarde, como a situação persistia, o pai pôs-me para fora de casa e fui viver com a minha tia. Vendo o problema se agravar, comuniquei ao meu superior que me orientou a agradecer a purificação com um donativo e nunca parar de agradecer. No fundo, eu sabia que eram antepassados a pedirem salvação. Nessa fase, recebi muito apoio e acompanhamento do responsável e do grupo jovem.

Após 4 meses, o pai ligou-me a pedir perdão e voltei para casa. Mais tarde, começaram os conflitos com a madrasta, o pai e os filhos da madrasta, onde sempre arranjavam formas de colocar o pai contra mim e os meus irmãos, sendo que, uma vez, tivemos de ir parar na polícia.

Como a situação era insustentável, fui ter com o responsável uma vez mais, que me orientou a fazer um donativo de pedido de perdão, dedicar na limpeza do banheiro, cultuar os Antepassados, cuidar de jovens e abrir 3 hortas caseiras.

Mais tarde, o meu pai, reconhecendo as injustiças que estava a cometer, arranjou uma casa onde fui viver com os meus irmãos, onde ele acompanha de perto, todos os nossos. passos.

Com esta experiência, aprendi que não devemos pagar o mal com o mal, mas sim devemos agradecer para ligarmos os nossos corações com o Supremo Deus!

O meu compromisso é de participar na formação do elemento humano, outorgando e cuidando de um maior número de jovens, para juntos servirmos nesta grandiosa obra de salvação da humanidade!

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação!

Muito obrigada!

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