A Liberdade em Religião

Entre as pessoas não-religiosas, parece predominar o preconceito geral de que a religião restringe a liberdade. Muitas receiam ter de observar normas e regulamentos rígidos, o que as leva a evitar a filiação religiosa. Essa ideia errónea resulta das atitudes “Shojo” mantidas em algumas das religiões existentes. As religiões de tendência “Shojo” geralmente se baseiam na ideia de que somente o ascetismo produz o despertar espiritual. Isso pode conduzir os seus adeptos a uma vida de sofrimentos, o que, do nosso ponto de vista, é uma ideia extravagante.

Acreditamos que é possível atingir o estado de despertar espiritual através da Luz de Deus, sem sofrimentos desnecessários.

Os conceitos “Shojo”, derivados do Bramanismo na Índia, atribuem a redenção à auto-disciplina, enquanto os conceitos “Daijo” consideram que a emancipação interior pode ser alcançada mediante a confiança no Poder do Altíssimo, que possibilita a alegria e a serenidade do Espírito. Há pouca liberdade em “Shojo”. Em “Daijo” há muita liberdade, mas deve ser restrita. A menos que se use de sabedoria, ela resulta em excessiva auto-indulgência. A liberdade às expensas de outras pessoas produz sentimento de culpa e rouba a serenidade de espírito.

O respeito à igualdade de direitos dos outros conduz à verdadeira liberdade e à verdadeira felicidade.

 Os Novos Tempos

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