“Não há nada mais precioso neste mundo que a vida porque, graças a ela, posso participar da Obra Divina”

Na verdade, a repurificação não deveria ocorrer. Mesmo fazendo essa afirmação, até certo ponto, ela é inevitável, mas não se chega a perder a vida em razão da repurificação.

A repurificação ocorre geralmente no caso da tuberculose. Se aqueles que estavam desenganados pelos médicos e destinados a morrer foram salvos, a gratidão pela vida é imensa.

Por essa razão, mesmo que sacrifiquem todas as coisas, é preciso agradecer a vida recebida. Agradecer implica a necessidade de dedicar. Como a pessoa não está atenta a esse ponto, é natural que Deus a deixe de lado. Sendo assim, a repurificação ocorre porque [a pessoa] a provoca.

Uma vez que as pessoas da atualidade cultivam a superstição da Medicina, sentem-se muito gratas pela cura obtida por meio dos tratamentos médicos, mas sentem pouca gratidão pela cura obtida por intermédio da fé.

Ou seja, como pensam que a doença não pode ser curada pela fé, interpretam a cura da seguinte forma: “Devo ter-me curado porque chegou a hora” ou “Acho que os inúmeros medicamentos que tomei até hoje começaram a fazer efeito”.

As pessoas até podem se esquecer que se curaram pela ação dos médicos. Contudo, com Deus, esse tipo de atitude – fora da lógica – é totalmente inaceitável.

Até hoje, como Deus actuava ocultando a Luz da Sua sabedoria e virtude para se aproximar das pessoas e salvá-las, essa situação até era permitida, em parte. Todavia, daqui para a frente, isso não será permitido.

Na religião Oomoto, existe o seguinte ensinamento: “Quando Deus se torna rigoroso, o povo se apazigua.” São palavras sábias.

15 de Maio de 1953

O Pão Nosso de Cada dia pág. 254

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