Museus

 

 

 

Após a Segunda Guerra Mundial, obras de arte japonesa de elevado nível, antigas e contemporâneas, estavam a ser vendidas para o exterior. Mokiti Okada, então, empenhou-se em coleccioná-las, objectivando mantê-las no país e dedicando-se, ainda, à construção de um Museu de Arte.

Assim, foi inaugurado em 1952 o Museu de Arte de Hakone, localizado no Solo Sagrado de Hakone. Em comemoração ao Centenário de Mokiti Okada, em 1982 foi inaugurado o Museu MOA de Belas Artes, no Solo Sagrado de Atami.

 Museu de Arte de Hakone

A abertura desse museu no ano de 1952 teve um profundo significado, pois os objetos de arte, até então, eram cuidadosamente guardados por famílias de classe social elevada e por uma minoria de aficionados. Por isso, as obras só podiam ser apreciadas por poucos, e após a criação do Museu de Arte de Hakone passaram a ficar ao alcance do público geral.

Jardim dos Musgos

 

Assim com o objectivo de que os visitantes pudessem apreciar as obras em uma atmosfera de paz e serenidade, Mokiti Okada dedicou-se ao planejamento nos mínimos detalhes do museu. Escolheu um local de onde se descortina uma maravilhosa vista panorâmica, projectou e fiscalizou pessoalmente a construção.

 

Museu MOA de Belas Artes

Após a construção do Museu de Arte de Hakone, Mokiti Okada manifestou o desejo de “construir um museu de classe mundial em Atami para introduzir um excelente senso de beleza natural na cultura japonesa para as pessoas em todo o mundo”.

Vista para a "Primeira Ilha"

O Museu MOA de Belas Artes, em Atami, está equipado com instalações modernas para conservação e exposição das obras de arte. Entre as obras coleccionadas existem três peças consideradas Tesouro Nacional do Japão, como o Biombo das Ameixeiras, e mais de 50 catalogadas como Importante Património Cultural. Além delas, outras 47 são Importante Património Artístico, classificações feitas pelo Ministério de Educação e Cultura do Japão.

Biombo das Ameixeiras Vermelhas e Brancas

Coletânea de cartas e caligrafias antigas do japão

Pote das Glicínias

 

 

O museu tem uma arquitetura de linhas simples e, ao mesmo tempo, arrojadas. Ao entrar no hall orbicular, os visitantes são agraciados com um show de luzes e sons, que os prepara para melhor apreciação das obras expostas.

Além das galerias de exposição, com um moderno sistema de iluminação e refrigeração para preservar as obras de arte, o Museu MOA ainda conta com salas de audiovisuais, depósitos com controle de humidade e temperatura, instalações especiais para dias de chuvas e para deficientes físicos, um teatro – o Noh – com capacidade para 500 pessoas e uma Casa de Chá – Ippaku-an –, do lado externo do prédio.

Sala de Teatro Noh

Casa de Chá Ippaku-an

Sala do Caleidoscópio