Anita Massoia – JC Boa Vista/Bié-Angola

Chamo-me Anita Massoia, tenho 47anos de idade, sou membro e dedico como encarregada da administração. Conheci a IMMA, no dia 11 de dezembro de 2011, por intermédio da irmã Angelina Rosa Chimamo, membro desta Igreja que se encontra no mundo espiritual. Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja Messiânica foram: Doenças e conflitos familiares.

Quanto a doença sofria de muitas dores na perna directa que me impossibilitava de andar, durante 7 meses. Para solucionar esse problema fiz tratamentos hospitalares, mas sem sucessos, porque os médicos diziam que não tinha nada.

Quanto ao conflito era constantemente acusada de feiticeira, por parte dos meus familiares.

A irmã acima referida compadecida com o meu sofrimento falou-me da Igreja Messiânica e de seus milagres, não hesitei e aceitei o convite.

Na Igreja fui recebida pelo plantonista que me ouviu atentamente e orientou-me as práticas básicas da Fé Messiânica.

Recebia o Johrei, mas com muitas dúvidas, achando que um simples levantamento das mãos não solucionaria o meu problema e pela minha grande surpresa em uma semana de frequência, eu que há sete meses não conseguia calçar sapatos, comecei a calçar e as dores ficou ultrapassada.

Para agradecer na altura tornei-me membro para melhor servir na obra divina.

A experiência de fé que passo a relatar para os senhores está relacionada com o cumprimento das orientações superiores, peregrinação a Sede Central de África e província de Benguela e com o donativo de pavimentação da sede Central.

A minha obra estava a parada durante dois anos, mas não era por falta de dinheiro, mas sim algo que não entendíamos. Gostaria de relatar para os irmãos assim que recebemos o responsável Inocêncio Keita na nossa unidade, no mês de janeiro ele fez uma reunião onde dividimos as tarefas, eu fui indicada como encarregada da administração e também que passasse a cuidar do dinheiro da construção da Igreja não aceitei, tentei apresentar várias desculpas, o responsável ouviu e me fez entender que quem mais queria cumprir essa missão não era eu, mas sim o Messias Meishu Sama e os meus antepassados. Mesmo não entendendo aceitei.

Venho cuidando da administração e do dinheiro de construção da Igreja e assim que terminamos a construção dos banheiros da Igreja, sonhei com os meus antepassados todos felizes, e me diziam: muito obrigado pela dedicação que a muito negavas, graças a isto conseguimos tirar as pessoas que dançavam na sua obra. Na mesma semana meu marido ganhou força e começou a terminar a obra que estava parada há dois anos. Antes de ir a Luanda para participar no culto do paraíso, deu-me as chaves da nova casa para me mudar, assim o fiz. Com isso confirmei mais uma vez que quem constrói a casa de Deus ganha realmente força e permissão para construir a sua casa.

No dia 1 de janeiro de 2018, deixei falecer uma filha adulta a mesma era professora de profissão e deixou-me três filhas para cuidar. Após o seu falecimento, no mês de julho do ano passado comecei a tratar os documentos de pensão de sangue. E quase todos os meses era chamada ao tribunal e não davam nenhuma solução dos documentos, me diziam que tinha muitos processos na fila de espera, que tinha que ter muita paciência.

No passado mês de junho a quando da preparação do culto do Paraíso Terrestre, criei o Sonen de peregrinar, mas não sabia como conseguir dinheiro, orava e pedia aos antepassados que criassem condições para tal. Numa noite após a oração, relatei ao meu esposo o sentimento que tinha de peregrinar que me disse para não se preocupar que ele me daria a passagem.

Assim no dia seguinte ele concretizou o prometido, peregrinei a Luanda para além da participação do culto do paraíso terrestre, também tive a permissão de participar pela primeira na dedicação do futuro Solo Sagrado de Cacuaco, onde pude agradecer aos meus antepassados e do meu esposo pela aquela grande permissão que estávamos a ser concedida.

Após participar do culto do paraíso terrestre, de regresso ao Bié, um dia depois, um funcionário do tribunal ligou-me, pedindo que comparecesse ao tribunal para assinar alguns documentos, fui para lá, assinei e disseram-me que a partir de hoje estariam a transferir os meus documentos para segurança social e que ficasse atenta que eles Ligariam para mim.

Passado dois dias um funcionário da segurança social ligou-me, pedindo a minha comparência nas suas instalações, assim o fiz, fui entrevistada e no final pediram que assinasse os documentos e disseram que precisava voltar lá no final de setembro. Confesso que não estava a entender a rapidez da resolução dos documentos. Como todos sabem que nesses locais existem muitos processos.

Ainda no mês de junho, surgiu a peregrinação para província de Benguela, nasceu em mim o sentimento de participar, meu esposo me disse: minha irmã vamos orar para que consigas peregrinar, já venho vou à cidade. Assim que ele saiu, fui ao retrato de Meishu-Sama, conversei com ele e pedi aos antepassados meus e do meu esposo que criassem condições porque era mais uma oportunidade que estávamos a ser dada para nos elevarmos. Não tardou ele voltou e disse: surpresa! Eu fiquei assustada e perguntei surpresa de que? Ele disse: *toma a passagem leva já e entrega na sua encarregada da sociedade das senhoras vai para Benguela*.

Assim que entreguei o dinheiro da passagem na encarregada, fiquei a pensar no donativo para materializar lá e perguntava a Meishu-Sama se me deixaria peregrinar mesmo sem nenhum dinheiro no bolso? Assim que acabava de chegar em casa, a líder provincial da sociedade das senhoras, liga e diz.me: Irmã Anita o seu irmão passou aqui no núcleo de Johrei da castanheira, disse que ouviu que irias viajar para Benguela trouxe 6 mil Kwanzas para aumentares na passagem. Fiquei muito feliz ao receber o telefonema.

Já em Benguela propriamente no Lobito, fomos distribuídos para irmos dedicar nas casas dos fiéis, após a dedicação peguei em um donativo agradeci pela. Na mesma noite meu esposo no Bié sonhou com a sua irmã que tinha falecido no Lobito em 1980, desde a sua morte nunca tinha sonhado com ela. Segundo o relato parecia que estava a ver ela, que venho lhe agradecer dizendo: Meu irmão desde muito tempo que venho tentando entrar na sua casa, mas sem sucesso, mas hoje consegui entrar e sai do sofrimento em que estava durante esses todos anos assim relatou-me meu esposo pelo telefone.

Agradeceu pela minha dedicação naquele momento na província de Benguela, porque a minha ida para lá permitiu a salvação da sua irmã e também fiquei muito feliz tendo materializado mais um donativo de agradecimento.

Assim que chegamos no Bié de noite, sonho com a minha filha que está no mundo espiritual, no sono vejo meu telefone a tocar, assim que pego para atender notei que era o nome dela, atendi e ela disse-me: mãe tudo bem? Eu respondi não minha filha desde que partiste eu não estou bem. Depois ela me disse: mãe estou bem, cuida bem das suas netas amanhã vai na sua conta eu depositei lá dinheiro. Me espantei era no sono.

Quando amanheceu as 8 horas, um funcionário da segurança social ligou-me e pediu que levasse uma cópia do meu bilhete de identidade para constar na declaração que declara que eu estava inserida no sistema e que passaria a receber o valor da pensão de sangue que as minhas netas tinham direito. Ao chegar lá, perguntaram-me se algum dia, já tinha consultado a minha contada bancária, respondi que não, porque a última vez que estava aqui vocês disseram-me que o dinheiro apenas começaria a depositar no mês de setembro, eles disseram não dona Anita, assim vai mesmo agora no banco consultar se tem dinheiro, assim que terminei fui de imediato ao banco consultei e encontrei lá dinheiro.

Comuniquei aos meus familiares e que tinha o dinheiro, estes orientaram-me que com o dinheiro poderíamos terminar a obra que ela tinha deixado. Também fui a Igreja falei com o responsável que orientou a fazer o Sorei-Saishi e a materializar com a um donativo de pavimentação da Sede Central em nome da minha filha no valor de 10% do valor recebido, de forma que ela lá no mundo espiritual também participasse com o seu dinheiro assim fiz.

Assim que materializei a orientação, sonhei com um grupo de antepassados a dançarem todos felizes e depois a minha filha apareceu muito bonita com uma pasta, eu queria lhe abraçar e perguntei minha filha vieste? Ela disse mãe não me impede mais, estou atrasada, estou a ir trabalhar. Eu perguntei trabalhas aonde? Ela me disse lá aonde eu saí era professora, aqui também a partir de hoje serei professora, estou atrasada, depois conversamos estou a ir. Assim que me espantei era no sono De amanhã fui a igreja agradecer o sonho que tive.

Com essas experiências aprendi que quando peregrinamos resgatamos as dívidas mais profundas das nossas linhagens e os caminhos se abrem. Porque tem muitas pessoas no tribunal com mesmo problema do meu, a muitos anos que não têm conseguido eu em menos de meses conseguir resolver foi possível graças a mão invisível do supremo Deus e do Messias Meishu Sama. Aprendi ainda que quem faz chegar o dinheiro em nossas mãos é o supremo Deus em sintonia com os nossos antepassados e que precisamos cumprir rigorosamente as orientações dos nossos superiores.

Faço dízimo, donativo de construção, tenho horta caseira, encaminhei mais 10 pessoas das quais 6 se tornaram membros.

Acompanho três casas de frequentadores, com o total de 14 pessoas e nesses momentos estamos a preparar quatro filhos.

O meu compromisso é de me esforçar cada vez mais para corresponder o sentimento do Messias Meishu-Sama através do cumprimento das orientações.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu Sama e aos meus antepassados, pelas constantes graças e proteção. Agradeço também ao meu esposo pelo todo apoio que tem me dado no cumprimento da minha missão.

Aos ministros, responsáveis, membros e frequentadores o meu muito obrigada!

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