Rebelina Martinho Kafundanga Vassomalã – JC Benfica – Luanda – Angola

Chamo-me Rebelina Martinho Kafundanga Vassomalã, tenho 52 anos de idade. Resido no bairro tenda-unidade, sou membro e dedico como encarregada do grupo lua e sociedade das senhoras da área. Conheci a Igreja Messiânica em 2004, por intermédio de uma membro da nossa igreja.

Os motivos que me levaram a conhecer a Igreja foram: doença, pobreza e conflitos.

Quanto à doença, sofri com hemorragia durante 3 meses. Até que os médicos se reuniram com a minha família orientando que me levassem de volta para casa, a fim de esperar apenas por um milagre.

Quanto aos conflitos, perdi 4 filhos seguidamente, o que me levou à separação com o marido. Com isso, passei a ter dificuldades para dormir. Tempos depois, comecei a sentir a presença de homem noturno.

Vendo aquela situação, decidi fazer tratamentos tradicionais. E num dos tratamentos, o quimbandeiro ordenou que cavassem um buraco e acendeu uma fogueira no mesmo, mandando me jogar entre as chamas e sair, alegando que só assim iria me livrar dos sofrimentos.

Desesperada e sem solução, reuni a família com o intuito de me despedir chegando a selecionar a roupa da minha partida, desejando apenas que chegasse já o meu fim. Naquela mesma noite, tive um sonho com meu bisavô- paterno, que me disse o seguinte: ” Rebelina, se aguentares esta noite, amanhã enviarei uma pessoa que virá da igreja messiânica!”

No dia seguinte, por volta das 16h, apareceu uma senhora que fazia a marcha da distribuição da flor, veio em minha direção e perguntou: ” Senhora, o teu bisavô chama-se Sopite?”. Respondi que sim. Ela continuou: “Olha, foi ele quem me indicou sua casa e orientou-me para te levar até à Igreja Messiânica!” Ouvindo aquilo, entrei em prantos. Chorei muito, porque já não me sentia como pessoa. Contei-lhe todo o meu sofrimento e a irmã Albertina, encaminhou-me para a unidade que hoje é o Centro de Aprimoramento do Sumbe.

Na unidade religiosa, fui recebida pelo plantonista, que após ouvir o meu sofrimento, orientou-me o seguinte:

  • Receber 15 Johrei por dia;

  • Manter a flor de luz em casa;

  • Dedicar na limpeza da unidade assim como a dos banheiros;

  • Fazer um donativo de gratidão pela purificação.

Não tive dificuldades em cumprir as orientações e para a minha surpresa, em apenas duas semanas de recebimento de Johrei, a hemorragia cortou por completo, até o momento. Quantos aos conflitos, tudo foi ultrapassado e hoje sou uma mulher muito feliz.

Como gratidão pelas graças recebidas, materializei um donativo especial, que correspondeu ao ingresso na fé, e fui outorgada.

A experiência a seguir, está relacionada com a postura no servir, a prática do Johrei, a flor de luz e a limpeza nas casas.

Durante o estado de emergência, fizemos algumas dedicações de limpeza nas casas dos fiéis, assim como vivência da flor, marcha de Johrei e outras práticas básicas, seguindo as regras do governo.

Com a vossa permissão, vou relatar um caso que vivenciei numa das casas que estou a acompanhar.

Estou a cuidar de uma casa de frequentadores, onde as purificações como doenças, pobreza e o conflito, eram os dominadores daquele lar, chegando mesmo ao ponto de todo o salário do chefe da família ser apenas para pagar consultas e medicamentos.

Nesta mesma casa, vive uma menina de 5 anos de idade, que é sobrinha do dono da casa. O seu estado normal é de febre muito alta, falta de sangue e hepatite.

Após a limpeza da casa e da vivência da flor, a purificação da menina acelerou bastante, chegando ao ponto de a mesma convulsionar. Vendo aquela situação, decidi retirar-me por alguns instantes e fui para o meu altar do lar, falar com Meishu-Sama dizendo: ” Por favor Messias Meishu-Sama, não nos deixe nas mãos! Olha por essa criança!” Em seguida, materializei um donativo especial de gratidão. Voltei para o local e continuei a ministrar Johrei na menina. Para o espanto de todos, em menos de 1h, a menina reanimou-se com ar de assustada, pedindo comida e água. Levantou do lugar onde estava deitada, não aceitando mais deitar no mesmo local. O que admirou bastante todos os seus familiares, que presenciaram este milagre de Meishu-Sama.

Hoje, naquela casa, todos recebem Johrei. Quando eu não vou à casa deles, eles vêm em minha casa, sem nenhum dia de falha.

Vendo este tamanho milagre, materializei um donativo especial para agradecer a permissão de poder ser utilizada como instrumento do Messias Meishu-Sama.

Aprendi que quando possuímos firmeza na fé, somos agraciados além do que esperávamos.

Tenho a horta caseira, faço dízimo, peregrino aos locais de maior luz.

Particularmente, cuido de uma casa com o total de 6 pessoas, onde aprofundo as práticas básicas da fé.

Por permissão do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama, encaminhei 300 pessoas, das quais 20 tornaram-se membros.

O meu compromisso é de me empenhar cada vez mais e levar esta felicidade para outras pessoas, estendendo a corda da salvação.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e meus Antepassados pela permissão de me conduzirem neste maravilhoso caminho da salvação.

Aos Ministros, Missionários, Membros, frequentadores e todos que atentamente ouviram o meu relato de fé, a minha eterna gratidão!

Muito obrigada!

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