Maria Horácio – CA Sumbe – Kwanza-Sul – Angola

Chamo-me Maria Novais Horácio, sou membro e dedicante do grupo Lua.

 A experiência de fé que passo a relatar para os senhores, está relacionada com a dedicação do grupo da sociedade das senhoras no município do Porto Amboim.

No dia 6 de março, participei de uma dedicação de limpeza, distribuição de flores, marcha de Johrei e troca de experiências com os irmãos do município do Porto Amboim.

Quando lá chegamos, agradecemos pela viagem e organizamos grupos para marcharmos nos bairros.

O primeiro bairro que marchamos foi o das hortas, onde os meus falecidos avós viviam. Realçar que os meus avós tinham hortas com vários produtos e quem passasse por ali e tirasse alguma coisa, apareciam cobras para lhes morder.

Em cada bairro que passávamos para distribuir flores, sentia arrepios em todo o corpo mas a medida que marchávamos, agradecia por aquele sentimento!

O meu grupo foi o primeiro a regressar da marcha, e enquanto aguardamos os irmãos para realizar a oração de gratidão, trocávamos Johrei.

Às 18 horas depois de tirar a água do tanque para tomar banho, uma cobra saiu de dentro com a intenção de morder-me na mão. Mas, graças a Deus, fui a tempo de apertá-la com o tampo e ela voltou a cair do tanque. Passado algum tempo, os irmãos conseguiram puxá-la e matar.

Depois de banharmos, decidi ir ao altar agradecer pelo ocorrido com donativo de gratidão e encaminhar todos os antepassados que se manifestavam através daquela cobra, pois acredito que através dela manifestaram-se antepassados que haviam sido amedrontados pelos meus avós!

Depois disso, trocamos Johrei à noite, até que fomos dormir. No domingo depois de realizarmos o culto, voltamos para o Sumbe.

Passada quase uma semana, isto é, na sexta-feira, o meu irmão ligou-me e pediu que eu fosse ao encontro dele. Quando lá cheguei, pediu-me que o acompanhasse ao armazém. Sem entender para o que era, o acompanhei. Lá, ele disse-me para escolher um balão de fardo para que eu pudesse vender.

Fiquei muito feliz pois, estou desempregada e vendia roupa de uma senhora para ganhar alguns trocos. Foi então que escolhi um balão que a um preço considerável e ele disse que não havia problema algum.

No domingo da mesma semana, recebi um telefonema do meu outro irmão que vive na Lunda-Norte a perguntar se eu estava a trabalhar. Eu disse que não e perguntou-me ainda se tinha uma conta bancária. Respondi-lhe que não. Então ele disse que não havia problemas e no final do mês enviaria uma certa soma em dinheiro para conta do meu irmão que vive no Sumbe para eu poder iniciar um negócio!

Fiquei muito feliz e agradecida, pois acredito que foi graças ao empenho na dedicação realizada em Porto Amboim! Assim, materializei um donativo de gratidão!

Aprendi que quando nos esforçamos para dedicarmos pela elevação das nossas raízes mais profundas, o Supremo Deus, o Messias Meishu-Sama e os nossos antepassados nos abrem as portas para recebermos as graças!

O meu compromisso é de continuar a aprofundar na dor e sofrimento das outras pessoas!

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus antepassados por me terem mostrado esse maravilhoso caminho da salvação!

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