Anastácia Licucu – JC Matola 700 – Moçambique
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Chamo-me Anastácia Maria Lourenço Licucu, sou Membro da igreja e dedico no Johrei Center da Matola 700, como Encarregada de Experiências de Fé.

A Experiência de Fé que gostaria de partilhar com os irmãos está relacionada com a prática do donativo diário e a Oração no lar.

Eu vivia em conflito com o meu filho há mais de oito anos. Ele era muito rebelde e não me respeitava como mãe. Não foram poucas as vezes em que chamei-lhe a atenção, dizendo que se não me quisesse respeitar como mãe, pelo menos que me respeitasse como pessoa mais velha. Infelizmente, as minhas palavras não surtiam efeito.

Enquanto isso, era assídua na Igreja, uma vez que nunca faltava aos cultos e procurava participar em quase todas as dedicações. Porém, eu sentia que algo não estava bem comigo, pois a minha vida não estava a progredir.

Cheguei a ter conflitos laborais, uma vez que, certo dia, o responsável máximo da minha instituição, sem razão aparente, repreendeu-me. Mesmo eu estando dentro da razão, ele repreendeu-me, uma vez que divergimos nas opiniões, o que para mim foi terrível. Após este acontecimento, fui à Igreja e materializei o meu donativo de Gratidão. Posteriormente, ele caiu em si e reconheceu o erro que cometera.

Por outro lado, embora recebesse orientação de fazer o donativo diário, eu fazia apenas quando fosse a Igreja.

Face à problemática da Pandemia que assola o mundo, a frequência à igreja ficou limitada, motivo pelo qual decidi aprofundar na oração diária, nas marchas de oração no meu lar, acompanhado do donativo diário, sem falhar. Eis que os resultados não tardaram. Numa primeira fase, parecia que o conflito estava a agravar-se cada vez mais. Ainda assim, continuei com aquela prática e algum tempo depois, passou por completo. A relação com o meu filho passou a ser mais agradável e hoje presta mais atenção em mim e tornou-se obediente e respeitoso.

A minha relação laboral também melhorou bastante. Como estão a ser operadas profundas mudanças no quadro do pessoal da Direcção, onde há transferências de alguns funcionários, a Directora disse à minha chefe que todos podiam ser movimentados menos eu, porque segundo ela, sou a peça chave da Direcção, graças à Deus e ao Messias Meishu-Sama.

A minha sub-chefe perguntou se eu já conhecia a Directora fora do serviço, pois ela havia constatado que a Directora aspirava muita confiança e gostava muito de mim. Respondi que também não sabia porquê. Disse-lhe ainda que acreditava que o Messias Meishu-Sama é que estava a promover-me.

Com esta experiência de fé aprendi que é muito importante orarmos no nosso lar e aprofundar com os donativos.

Eu já não tenho apego ao donativo, já consigo materializá-lo sem nenhuma dificuldade.

Muito obrigada!

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