Rute Cossa – JC Machava Bunhiça – Moçambique
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Chamo-me Rute Januário Cossa, sou membro e dedico como encarregada do grupo Sol.

A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com a marcha da oração e a prática da gratidão.

Em Setembro de 2019, a minha filha teve a permissão de ser noivar. Duas semanas depois, começou a purificar com conflitos no relacionamento, chegando ao ponto de não se falarem. Na altura, os seus pertences estavam na casa do noivo.

Entretanto, a família do noivo decidiu vir à minha casa e eu pensei que vinham para tentar ajudá-los a resolver o conflito, mas, para o meu espanto, ao invés disso, começaram a faltar-me o respeito, dizendo que ela tinha mau espírito.

Durante aquela discussão, perguntei-lhes se eles sabiam que ela estava grávida, mas eles alegaram não se tratar de gravidez alguma, mas de um espírito mau. Acrescentaram ainda, dizendo que ela somente queria o dinheiro do seu filho.

Apesar de difíceis as palavras por eles proferidas, agradeci e disse-lhes o seguinte: “se ela estiver grávida, o mundo há-de ver.” Depois daquela conversa, vim à igreja para agradecer pelo que estava a acontecer.

No dia seguinte, voltei novamente à igreja para dedicar no meu plantão, durante o qual recebi uma mensagem da minha filha dizendo que a irmã mais velha do noivo estava na minha casa trazendo todos pertences dela.

Imediatamente, depois do plantão, regressei à casa, mas tudo estava em ordem. Entrei e dirigi-me à Foto do Messias Meishu-Sama para novamente agradecer. Tentei telefonar para o seu noivo e ele não me atendeu.

Uma vez mais, liguei para o seu tio, que fora encarregue da apresentação oficial dos dois, ele atendeu-me e disse que não sabia do que estava a passar. O meu irmão também ligou para o noivo da minha filha para perceber melhor o que estava a acontecer, mas este não lhe acedeu. O meu irmão, já furioso, ligou-me dizendo que como a minha filha é órfã de pai e eu não estou a trabalhar, achava melhor levar a miúda para fazer o aborto, uma vez que o noivo não estava a corresponder, mas eu não concordei com a ideia. Decidi então levá-la à igreja para agradecer pela situação e pedir orientação.

De salientar que foi-lhe difícil cumprir a orientação dada, o que fez com que ela passasse por várias purificações. Quando estava no sétimo mês de gestação, a família do noivo pediu que tivéssemos um encontro, onde pediram-lhe perdão pelo sucedido e que voltasse para casa do noivo, mas sem o consentimento do noivo.

No dia marcado, vieram levá-la e como não era do consentimento dele, quando regressou à casa, encontrou-a dormindo e não tendo gostado e na presença da mãe, começou a discutir com ela.

No dia seguinte, a família da parte materna do noivo, reuniu-se com ele para perceber se tinha conhecimento da gravidez ao que respondeu que sim e prometeu que ia assumir e de imediato passou a dar mesadas à ela. No mesmo dia, mandaram-lhe de volta para casa.

No nono mês de gestação, ficamos com a esperança de que ela ia dar a luz. Os dias iam se passados e em cada dia ia sentindo as dores do parto, mas não se concretizava. Pedi permissão ao Supremo Deus e Messias Meishu-Sama, fazendo a marcha de oração em casa, ministrando Johrei e agradecendo pelo que estava a acontecer.

No dia 28 de Abril de corrente ano, a minha comadre veio até mim e disse que ela tinha ido a um curandeiro, onde foi dita que a minha filha não conseguiria dar à luz porque a sua rival tinha feito um feitiço para que perdesse a vida, junto com o seu bebé. Nisto, a minha comadre pediu que lhe desse uns remédios, ao que não lhe respondi, mas sim comecei a orar. Três dias depois, enquanto fazia a Ikebana do altar no Johrei Center, recebi a chamada da minha comadre, dizendo que eu devia informar a minha filha que se preparasse para fazer o tratamento. Agradeci!

Terminada a dedicação, fiz a marcha da oração, pedindo ao Supremo Deus e Messias Meishu-Sama que fosse feita a Sua vontade.

Olhei para a Foto do Messias Meishu-Sama e entreguei tudo nas suas mãos e regressei à casa. Chegando lá, fiz uma oração e em seguida informei à minha filha o que a sua sogra me tinha dito e a sua resposta foi: “Mama, eu só estou a orar para que essa noite Deus resolva a minha situação! Eu não quero ir com ela!” Ouvi-lhe atentamente e mais uma vez decidi ministrar-lhe Johrei e depois foi dormir. Novamente, pensei em continuar com a marcha da oração e no dia seguinte, quando estava a varrer o quintal, ela aproximou-se, saudou-me e em seguida informou-me que estava a sentir-se mal e que estava com uma pequena hemorragia.

De imediato, preparei-me para levá-la ao Hospital. De novo, fiz uma oração de pedido de permissão ao Supremo Deus e Meishu-Sama. Terminada a oração, minha comadre ligou-me para saber se ela já estava preparada para fazer o tratamento ao que respondi que naquele momento, já estávamos a sair de casa em direcção ao hospital, porque ela estava com sintomas de parto.

Chegados ao hospital, informaram-nos que devia ficar internada. Regressei à casa e depois fui à igreja para fazer um donativo de agradecimento, junto com a Responsável, entregando tudo nas mãos do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama.

No mesmo dia minha filha deu à luz a uma linda menina, graças à Deus e ao Messias Meishu-Sama.

Pelas graças recebidas, materializei o meu donativo especial de gratidão.

O meu compromisso é de continuar a servir a Obra Divina, encaminhando o maior número possível de pessoas ao caminho da salvação.

Com esta experiência de fé, aprendi que quando confiamos ao Supremo Deus e Messias Meishu-Sama todos os nossos sentimentos negativos, tudo dá certo nas nossas vidas.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, e aos meus antepassados por conhecer este caminho da salvação.

Muito obrigada!

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