Cidália da Conceição Gaie – JC Viana II – Luanda – Angola

Chamo-me Cidália da Conceição Gaie, tenho 55 anos de idade e sou membro há 14 anos. Resido em Luanda, no município e Viana, bairro Camadeira. Dedico como responsável do JC Viana ll e encarregada adjunta da Sociedade da Mulher Messiânica na Região Centro Sul. Os motivos que me levaram a conhecer esse caminho maravilhoso da salvação foram:

  • Doenças
  • Conflitos conjugais

Quanto à doença, padecia com muitas dores de bexiga, febre tifóide e incorporações constantes. Andei em hospitais, onde gastei avultadas somas em dinheiro, mas não obtive solução. Minha irmã, vendo minha situação, encaminhou-me à Igreja Messiânica Mundial.Quanto aos conflitos, meu primeiro filho tinha uma esposa que vivia em minha casa mesmo depois de ter sido pedida, porque já se encontrava em estado de mãe. Após um mês e 15 dias de ter tido o bebê, ingeriu uma mão cheia de cloroquina e não resistiu, partiu para o mundo espiritual. Isso ocorreu devido a um pequeno conflito que teve com a sua irmã mais velha. Contudo, a sua família não entendeu a situação desse jeito, por ela viver em minha casa e ter se suicidado. Como eu tinha um Posto Médico, a família começou a dizer que eu matei ela para atrair clientes para o meu estabelecimento. Até que chagaram ao ponto de tirar de minha casa um pano e roupas íntimas do meu filho, sem nos apercebermos.

Assim, foram em 7 quimbandas e todos eles diziam que eu e o meu filho não fomos os culpados da morte, mas sim, a culpada da morte era a irmã do pai da falecida. Após dois dias, no último quimbandeiro, o mesmo disse também que era desunião na família. Assim sendo, depois de dois dias, morre a irmã do pai da minha falecida nora. Esse conflito todo durou um ano e seis meses. Enquanto isso, eu vivia separada do meu marido já há 4 anos.

Depois de toda essa situação, um dia pensei em fazer uma visita à minha irmã que estava com a filha doente. Ela já era membro da Igreja Messiânica, mas eu não sabia. Neste dia, acompanhei-a até à Igreja e recebi Johrei pela primeira vez. Ao sair da Igreja, deram-me três flores de luz para pôr dentro de casa. Ao regressar à casa, encontro 2  jovens armados à minha procura e do meu filho. Eles perguntaram-me se conhecia alguém que se chamava Dona Feia ou Lopes. Eu disse que não conhecia ninguém. Depois, eles disseram que se a tia que os mandou (que era a minha comadre), estivesse a brincar com a cara deles, eles iriam acabar com a vida dela, pois isto era um trabalho sério.

Um deles olhou fixamente para a flor e os dois acabaram por pedir as flores que eu tinha nas mãos. Logo depois, foram-se embora. Após uma hora, aparece a comadre que mandou matar-me, para confirmar se o trabalho tinha sido feito. Quando viu que nada havia ocorrido, ficou surpresa e convidou-me para almoçar em sua casa. Ao chegar lá, parece que tudo já tinha sido preparado. Trouxeram-me um prato de comida e uma lata de gasosa aberta. Eu, na inocência, comi e bebi sem desconfiança nenhuma. Depois de alguns dias, procuraram saber como eu estava e eu estava muito bem de vida, graças a Deus.

A experiência de fé que passo a relatar está relacionada com a importância de aprofundar na marcha de Johrei com a família, a leitura dos Ensinamentos de Meishu-Sama e a força da Oração nos cultos matinais e vesperais em sintonia com a Sede Central da Igreja Messiânica Mundial de África.

No dia 13 do mês de maio, enquanto acompanhava o culto matinal em sintonia online junto com a família, recebi um telefonema de meus familiares dizendo que meu tio de nome João Chimoco, de 76 anos de idade, às 03 horas da madrugada havia partido para o mundo espiritual.  Quando recebi a triste notícia, fui ao altar agradecer a notícia recebida, materializei um donativo especial de gratidão e orei junto com a família.

Depois entrei em contato novamente com a família para saber mais detalhes, perguntei a eles: “Mas, vocês têm mesmo certeza, já lhe mexeram, chamaram por ele, não está só desmaiado?” E eles responderam: “Já fizemos mana! Temos mesmo certeza, não está a respirar. O tio já partiu!”.  Comuniquei então à família que no momento estava ocupada com uma situação e que depois iria ao encontro deles. Para meu espanto, pediram valores para se alugar um carro e levar o corpo à morgue e respondi afirmativamente.

Enquanto assistia a palestra do Reverendo, fazendo a marcha de Johrei com a família, eles procuravam o carro para o levar, mas estava difícil. Giravam à procura mas nada encontravam! Só conseguiram encontrar um veículo disponível quando já eram 12 horas! Assim que chegaram à 50 metros de casa, o carro avariou. Depois de 40 minutos, superaram a avaria e chegaram até em casa. Em meio a toda agitação, pois já haviam famílias que tinham se deslocado até ao local, pegaram no corpo, levaram até ao carro, prontos para partir em direção à morgue. Mas, inesperadamente, o corpo se mexeu, o Tio despertou e começou a respirar novamente! Todos ficaram muito assustados, se afastaram, e as senhoras começaram a gritar: “ressuscitou, ressuscitou!”. Nessa mesma altura, terminamos a marcha de Johrei em casa e liguei para saber da família se haviam conseguido o carro e se já tinham levado o corpo para a morgue. Foi quando me apercebi através dos gritos de que o tio havia ressuscitado. Ficamos todos felizes e espantados em casa com o milagre recebido do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama.

Mais tarde, depois de várias tentativas, consegui ligação com meu superior e expliquei o sucedido. Ele me orientou para ir à casa do tio no dia seguinte logo pela manhã. Chegando lá, fiz oração e ministrei Johrei por duas horas. Após a ministração de Johrei ele sentia-se bem, falava melhor e começou a andar. Até hoje está tudo bem, graças a Deus e Meishu-Sama. Para agradecer, materializei um donativo especial de construção do Solo Sagrado de África. A família que vive com o tio, que são católicos, também realizaram um donativo de gratidão e como as Igrejas estão fechadas entregaram o valor para que materializasse o mesmo. Concretizei os Sorei-Saishi dos meus primos como irmão, filhos deste mesmo tio.

A seguir, relato uma segunda experiência de fé que vivi na vizinhança:

A minha vizinha de nome Loló, tinha a filha de 6 anos de idade com malária. Já estavam assim há alguns dias e tinham ido à unidade hospitalar do Capalanga, onde a mesma recebeu medicação, foi assistida, mas não se encontrava nada bem. Como o hospital estava muito cheio, orientaram-lhes a continuar a medicação em casa. Chamaram-me para ministrar o Johrei na menina. Quando cheguei na casa da vizinha Loló, encontrei a criança desmaiada. Já estava nesse estado há vários minutos. Sua respiração estava muito fraca. Comecei a ministrar Johrei e entoar a oração durante 3 horas. Depois disso, a bebê começou a reagir. Transpirou bastante, pediu comida e foi voltando naturalmente à normalidade sentindo-se muito bem. Os familiares que acompanhavam viraram na minha direção e disseram: “A tua fé é muito forte vizinha! ”. Dias depois, montamos a horta na casa da vizinha Loló.

Aprendi que, quando nós cumprimos com as orientações dos nossos superiores, as graças não se fazem por esperar. O meu compromisso é aprofundar nas práticas básicas com a família e fazer felizes as outras pessoas.

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama, aos meus antepassados e meus superiores, por me ajudaram a cumprir esta maravilhosa missão!

Muito obrigada!

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