Lindeza Pedro Manuel – CA Morro Bento – Luanda – Angola

Chamo-me Lindeza Pedro Manuel, sou membro e dedico como encarregada do grupo Lua. Conheci a Igreja Messiânica em 2006, por intermédio de um missionário. Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: Doenças e conflitos conjugais.

Em relação à doença, sofri com miomas durante 20 anos, porém os médicos não identificavam a causa do meu sofrimento. Tive três abortos seguidos de forma misteriosa, isto porque sonhava com uma senhora que vinha me fazer o parto e no dia seguinte acordava com a barriga vazia. Quando fazia exames médicos, constatava-se a ausência do feto. Para solucionar a situação da doença recorri a hospitais, igrejas e casas de quimbandas. Mas ainda assim, não obtive melhorias. Foi neste quadro de angústia e sofrimento que o Messias Meishu- Sama me encontrou.

Encaminhada à igreja, fui recebida pelo plantonista que após ouvir-me atentamente orientou-me o seguinte:

  • Receber 10 Johrei por dia;
  • Assistir aos cultos;
  • Manter a flor de luz em casa;
  • Encaminhar pessoas à igreja;
  • Peregrinar aos locais de maior luz.

Cumpri com a orientação sem dificuldades e depois de um mês os milagres não se fizeram esperar. O miomas, que durante 20 anos não se manifestava nos exames médicos, manifestou-se e foi assim que pude ser operada. Para agradecer às graças recebidas, materializei o donativo de ingresso na fé e de outorga. Recebi o Ohikari aos 28 de outubro de 2006, para melhor servir na Obra Divina.

A experiência de fé que passo a relatar para os senhores está relacionada com o acompanhamento de primeira vez.

Estou acompanhando a minha sobrinha, que em meio à purificação mundial, não tinha harmonia com o seu esposo. Viviam em constantes brigas, que várias vezes a aconselhei a ser mais tolerável. Muito antes da pandemia, já lhe convidei para irmos na unidade religiosa a fim de aprender a servir para superar suas dificuldades, mas não tive sucesso. Quando o conflito chegou ao auge, ela se viu obrigada a abandonar seu lar. De noite brigou com o esposo e pela manhã fez as suas malas para então, sair de casa. Antes de ir, ligou-me pedindo para lhe levar na Igreja.

Pedi que viesse até a minha casa, e me apercebi da gravidade da situação. Ela estava a abandonar seu lar sem a guarda dos quatro filhos. O desespero dela era tanto, que liguei ao responsável pedindo para recebê-la.

Fomos juntas, recebeu Johrei e conversou com o responsável. Numa fase difícil como essa que estamos vivendo, o lar dessa jovem estava desmoronando, a ponto de estar com as malas feitas, com objectivo de separar-se definitivamente do seu esposo.

Desabafou tudo que estava a lhe fazer sofrer. Depois da conversa, falou que se sentia muito aliviada sem entender o porquê. O responsável falou que quem mais sofre, é que precisa mudar! E que precisava ter gratidão e pensar mais sobre o esforço que o marido tem feito pela sua família. Isto porque, ela não trabalha, mas sua casa tem sempre comida, água e seus filhos estudam, graças ao esposo que trabalha para não deixar faltar nada em sua casa.

Foi orientada a desenvolver o espírito de gratidão, parar de reclamar e enaltecer o lado bom do esposo e voltar as malas para dentro de casa.

Voltou para casa e cumpriu com o que lhe fora orientado, desistindo da ideia de abandonar o seu lar. Dias depois ligou para mim, comunicando que o seu esposo mudou muito. Agora quando está de serviço já liga em casa para saber como está a família. Antes, ele próprio fazia as compras da comida. Hoje, sai junto com a esposa ou entrega o dinheiro para ela fazer. Relatou ainda que está muito feliz e agradece pela permissão que teve de Deus, em mudar o destino da sua família.

Quando ela contou sobre as mudanças, fui relatar ao responsável, que por sua vez disse: “Nesses casos, Meishu-Sama orienta que, quem na verdade mudou é a Fernanda e não o esposo. Ela está a reconhecer o esforço que ele tem feito pela família e está a aprender a agradecer.” Com essa graça, tem recebido Johrei e comprometeu-se em frequentar ainda mais a nossa Igreja.

A Luz de Deus é que muda a situação e não o ser humano. Nós só temos de conduzir as pessoas para a o caminho da salvação servindo como instrumentos de Meishu-Sama.

O meu compromisso é participar no encaminhamento das 100.000 famílias convictas até a conclusão do Templo messiânico de África e ser pioneira na felicidade de outras pessoas. Sou cadastrada e peregrino aos locais de maior luz da igreja. Por permissão do Supremo Deus e do Messias Meishu-Sama encaminhei 300 pessoas à igreja, das quais 16 tornaram-se membros.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados por conhecer este maravilhoso caminho da salvação. A todos aqueles que, atentamente escutaram o meu relato de fé, os meus sinceros agradecimentos.

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