Segunda Domingos José – JC Cafunfo Lunda-Norte – Angola

Chamo-me Segunda Domingos José. Tenho 49 anos de idade e dedico como responsável de unidade. Sou funcionário público e conheci a Igreja Messiânica Mundial de Angola em 2008, por intermédio do ex-comandante da esquadra da polícia nacional do Cafunfo.

Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: doença, maus sonhos, conflitos conjugais, dores de coluna, bexiga, impotência sexual. Durante muito tempo eu não conseguia ter filhos. Essa situação teve início depois de eu ter os três primeiros filhos.

Com este sofrimento, procurei vários caminhos tais como: casas de curandeiro, hospitais, tendo gasto avultadas somas em dinheiro e outros haveres, mas, sem solução.

Desta feita, sempre separava um mês de salário para consultas médicas e por último o doutor me disse que já não havia solução. Este sofrimento teve início na província de Malange e veio culminar na província da Lunda-Norte no município do Culango, em Cafunfo onde atualmente trabalho.

O meu chefe, vendo sempre as minhas solicitações para ir realizar consultas em Luanda, quando eu regressava atentamente reparava as facturas de pagamentos e receitas médicas. Antes de assinar a guia para outra deslocação, chamava-me para aconselhar a conhecer um lugar que se chamava Igreja Messiânica, lamentado sempre os gastos de dinheiro que eu fazia e dizia que este sofrimento teria o seu fim na Igreja Messiânica. Eu ignorava os seus conselhos e sempre dizia: “Se as grandes clínicas do país, frequentei tanto, mas não melhorei, na igreja é por onde vou encontrar cura?” No meu coração sempre pensava: ” As pessoas que frequentam as igrejas falam demais!”. Porém, ele não cansava e continuou a insistir durante três meses. Sempre procurou um diálogo comigo a respeito do assunto. Como as dores não paravam, aceitei o seu convite. Na unidade, fui recebido pelo plantonista que foi ouvindo atentamente e depois orientou as seguintes práticas:

  • Receber 10 Johrei por dia;

  • Manter a flor de luz em casa;

  • Ter a horta caseira;

  • Ler os ensinamentos de Meishu-Sama;

  • Participar dos cultos;

  • Dedicar no banheiro.

O orientador disse “Tu já andastes muito. Experimentastes vários lugares, mas, aqui tudo vai depender do seu empenho!”. Depois chamou uma missionária e disse que aquela senhora iria acompanhar a minha casa. Durante o acompanhamento ganhei confiança nela, na forma que se apresentava e ela me disse: “Olha para mim como a sua mãe espiritual!”.

No primeiro dia de recebimento de Johrei sonhei com duas pessoas, uma de raça negra, trajados de roupa com a cor preta e caminhava numa estrada direita e limpa. Olhando para frente, havia um posto de controlo, onde estenderam-me a mão e disseram-me: “Passa!”. Quando acordei era simplesmente um sonho e decidi não parar com as dedicações.

Três meses depois, milagrosamente, as dores de coluna, bexiga e maus sonhos cessaram completamente, permanecendo a impotência sexual. Como a minha preocupação maior era de fazer filhos, começou a manifestar um sentimento de desistir da igreja.

Neste instante, viajei para a província de Malange ao encontro de um curandeiro que tratava simplesmente com água. Fui tratado com os medicamentos caseiros, dando 20 litros de água. Cada litro custava 1000 kwanzas, somando 20,000 kwanzas. Tendo cumprido com esta recomendação, disse que o problema estava resolvido. De regresso à província da Lunda-Norte, eu estava a dirigir a viatura e andava a 120km/h. Quando estava próximo ao rio Cuango, tive um acidente e abandonei a viatura no local. Contei a situação ao meu orientador, que olhou para mim e disse: “O homem depende do seu pensamento!”. Tomei a decisão de entregar a minha vida ao messias Meishu-Sama. Apesar do tempo de serviço, comecei a me empenhar na materialização dos dízimos e donativos de construção. Com esta prática da gratidão, os milagres não se fizeram esperar. Consegui ter 4 filhos, graças à força do Johrei e prática dos donativos. Com estes resultados, tomei a decisão de receber o sagrado Ohikari.

Mesmo assim, os milagres não pararam. Fui indicado pelo meu superior para cumprir a missão de serviço na localidade do bairro bundo, em companhia com alguns soldados das forças armadas angolanas. No dia seguinte, quando eu dava uma volta no bairro, em uma das residências, me deparei com uma situação de um jovem em estado de coma. A família estava desesperada com a situação. Ganhei coragem, fui até lá e perguntei há quanto tempo ele se encontrava doente. Eles responderam: “Ele está doente há dois anos. Já fizemos de tudo nos hospitais, curandeiros, profetas, mas, nunca obtivemos solução!” Disse aos familiares: ” Apesar de estar fardado, sou membro da igreja Messiânica! Por favor, me permitam fazer uma oração!”. Eles aceitaram e pedi licença aos colegas.

Durante uma hora, realizei a ministração de Johrei. Despedi dos colegas e voltamos à unidade. No dia seguinte, voltei lá de manhã cedo. O que me espantou ao bater a porta de casa é que esperava algum dos familiares para me receber, porém, foi exatamente o jovem que estava em coma que me abriu a porta! Foi um momento de muita alegria. Convidei a família e o jovem a irem para o Cafunfo para conhecerem a igreja e conseguiram chegar ao Johrei Center.

No ano de 2013, materializei o donativo da construção da segunda etapa da escola agrícola com isso recebi a imagem da Kannon.

Graças a essas práticas básicas, ganhei a permissão de comprar duas viaturas.

 Aprendi que, cumprindo com as orientações recebemos protecção.

Já encaminhei 45 pessoas, dos quais 15 se tornaram membros.

Agradeço ao supremo Deus, o messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados por terem me mostrado este maravilhoso caminho da salvação. Pratico o dízimo, donativo de construção, tenho a horta caseira, a imagem de Kannon e o altar do lar.

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