Aida Chilombo Livala Costa – NJ Cidade I – Bié – Angola

Chamo-me Aida Chilombo Livala Costa, sou membro e dedico como encarregada do grupo sol.

Conheci a Igreja Messiânica em 2005, por intermédio de uma amiga, que naquela altura frequentava a igreja. Os motivos que estiveram na base do meu encaminhamento foram: doenças, pobreza e conflitos. Eu ficava sempre doente, o que causava muitos conflitos no meu lar.

Como não encontrava nenhuma melhoria, decidi então procurar quimbandas para solucionar os meus problemas, mas, não obtive nenhum resultado satisfatório. Como os conflitos eram demais, eu e o meu marido decidimos nos separar e voltei para casa do meu pai. Depois de algum tempo, arranjei outra relação. Porém, o meu primeiro marido não me deixava em paz, vinha constantemente em minha casa e rogava-me pragas. Uma vez que eu era casada, ele alegava que eu não podia lhe deixar e como ele era de família de sobas, eu não podia ser feliz. Como eu sofria muito com ele, decide continuar em outra relação. Mas, também não fui bem-sucedida. Eu ficava grávida e quando desse à luz, depois de alguns meses os bebés acabavam por morrer! A última gravidez quase levou-me a vida porque foi uma gravidez ectópica, motivo pelo qual fui transferida para bloco operatório. Assim, perdi três filhos.

O meu marido não se conformava com as perdas constantes dos filhos. Ele decidiu me deixar alegando que eu era doente e que um dia podia lhe causar problemas ou até mesmo, ele podia ficar viúvo muito cedo. Com isso, fui novamente nas casas dos quimbandas que acusaram a minha tia, irmã do meu pai como causadora de tudo que se passava comigo. Mesmo fazendo vários tratamentos nos quimbandas, nada na minha vida melhorava.

Foi neste mar de sofrimentos, que uma amiga me falou da Igreja Messiânica Mundial e dos seus milagres. Na igreja, fui recebida pelo plantonista, que me orientou as práticas básicas da Igreja. Ao sair da unidade, me deram uma flor para levar em casa. Pelo caminho, comecei a falei para minha amiga que essa igreja parecia dos feiticeiros e deitei a flor fora. Dentro de mim, falei que nunca mais voltaria para a Igreja. De noite, tive um sonho com alguém que me disse: ” Aquela flor que você deitou te fez bem! Isso porquê tudo que tinham te colocado no corpo, ficou ultrapassado!” Quando acordei, decidi então ir novamente para a Igreja e cumprir com todas as orientações, o que fiz sem dificuldades. Eu, que para conseguir o que comer tinha que vender bolinhos, com o recebimento do Johrei, muitas coisas mudaram na minha vida!

Em 2006, concorri para o concurso público de enfermagem geral e fui aprovada no teste. Porém, o meu nome saiu para trabalhar no município do chitembo. Uma vez que fica muito distante da capital da província, alguns colegas diziam que para ser trocada teria que pagar 100 dólares. Muitos deram e foram trocados, mas, como eu não tinha dinheiro, coloquei tudo nas mãos de Meishu-sama! No dia que fui receber a guia de colocação, na mesma estava para eu trabalhar no hospital materno do Cuito. Fiquei muita emocionada! Para agradecer o milagre que Deus e Meishu-sama estavam a me proporcionar, na altura fiz um donativo de gratidão e de outorga. Fui outorgada no dia 30 de outubro de 2007, para melhor ser utilizada como instrumento de Meishu-Sama!

Após tornar-me membro, meu pai ficou muito doente e sua irmã, que era acusada como a causadora de todo mal que me afligia, apareceu para visitá-lo. Mas, não aceitou comer em minha casa. Quando o meu pai faleceu, essa tia apareceu e me pediu perdão. Disse que não podíamos continuar a viver do jeito que estávamos, e para esquecer tudo que aconteceu no passado. A mesma, após me pedir perdão, depois de seis meses, também partiu para o mundo espiritual.

Com as dedicações, tive as seguintes mudanças: meu segundo marido apareceu e me pediu perdão pelo sofrimento que me fez passar. Nos perdoamos, mas, não voltamos porque ele já tem outra relação. Dos meus dois relacionamentos, fiquei somente com dois filhos, sendo um rapaz da primeira relação e uma menina da segunda.

Com todo empenho nas actividades, meu filho conseguiu terminar a licenciatura e trabalha num colégio privado. A minha filha conseguiu contrair o matrimónio e está muito feliz. Com todas essas graças, decidi me empenhar cada vez mais na felicidade de outras pessoas.

A importância da assistência religiosa e acompanhamento durante essa fase de pandemia global.

Durante a fase da quarentena, que ficamos quase quatro meses com as unidades fechadas, fui orientada a dar assistência nos membros e frequentadores que vivem no meu bairro, mas, nem sempre conseguia. Num belo dia, assim que cheguei do serviço, uma vizinha veio em minha casa e começou a contar-me o seu sofrimento. Ela trouxe uma receita que havia sido orientada a comprar e como sou enfermeira, dei-lhe uma lâmina de ácido fôlico. Disse que tudo que havia nessa receita eu não tinha, mas, perguntei se poderia lhe fazer oração da minha Igreja. A mesma aceitou e passou a vir todas as tardes na minha casa receber Johrei.

Depois de três dias, ela me disse: “Mamã Aida, desde que sofro de filaria, uma doença na qual sinto o peito muito seco, o coração a palpitar muito e o meu corpo começou a ter várias rachaduras, principalmente nas mãos e pernas, além disso, não consigo dormir. Mas, graças a Deus, com essa oração estou a dormir bem! Não comprei os medicamentos, nem a pomada que tinha sido receitada, porém, as feridas fecharam só com a oração! Muito obrigada por tudo que você fez por mim! “. Eu lhe disse que não era eu, mas, sim o Supremo Deus que realizou o milagre em sua vida! Ela já está a frequentar a nossa igreja e disse que cada vez que recebe Johrei, nota mudança na sua pele que está a ficar muito lisa. Todos os dias está a receber Johrei, junto com sua família. Eles são um total de 10 pessoas e teve a permissão de participar da última marcha de Johrei realizada no centro de aprimoramento.

A minha mãe tem 78 anos de idade, é hipertensa e diabética. Tem tido várias recaídas, não conseguia andar sem a ajuda de um pau ou a se apoiar nas paredes. Mas, desde que comecei a lhe dar assistência com o Johrei, tem apresentado uma boa aparência e está a ficar mais jovem! Passeia normalmente sozinha e vai até ao mercado comprar suas frutas. Todos os dias, antes de dormir, ela me pede Johrei.

Com essa experiência, aprendi que o Johrei é realmente a medicina do século 21 e o purifica o nosso espírito!

Já encaminhei mais de 100 pessoas à Igreja, das quais 4 são membros. Faço os donativos regularmente e tenho horta caseira.

Comprometo-me em continuar com a prática da assistência religiosa em casa e nos vizinhos. Uma vez que já não conseguia encaminhar outras pessoas à Igreja, até cheguei a pensar que o Johrei que ministro já não fazia milagre. Com esses milagres, acendeu minha chama da fé no servir na Obra Divina, fazendo meu próximo feliz.

Agradeço ao Supremo Deus, Messias Meishu-Sama e aos meus antepassados pelas maravilhosas e constantes graças e proteção que me tem concedido.

Muito obrigada!

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