Mavedila Kissanga – NJ Úige – Angola

Chamo-me Mavedila Pedro Kissanga, sou membro e dedico como responsável da Unidade acima referida.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a construção do centro de aprimoramento, donativo de esforço máximo, Johrei, donativo de gratidão e outras práticas básicas da fé.

Uma missionária membro da nossa igreja, que no seu serviço é bastante empenhada no cargo que exerce, no passado mês de novembro, foram apresentadas propostas para subida de cargos e renovações de mandatos. Para a surpresa dela, da família e dos subordinados, o seu nome não constava na lista dessas propostas. Como ser humano, ficou indignada, desanimada e se perguntando no que foi que falhou? O marido, desesperado, comunicou a situação ao responsável da unidade religiosa, que orientou no sentido de se agradecer e realizar as práticas básicas da fé. Deste modo, acrescentou relembrando o ensinamento de Meishu-Sama que diz: “tolerar o que é fácil, está ao alcance de todos, mas, a verdadeira tolerância significa tolerar o que é intolerável. Ainda disse, carrega sempre contigo, o saco da paciência e costura-o sempre que ele se romper”.

Num domingo, a família assistiu o culto e na palestra o responsável falou da necessidade e da importância de todos os fiéis participarem da construção. Após o culto, houve marcha de distribuição de flores e visita de assistência nos lares dos frequentadores nos bairros adjacentes ao Centro de Aprimoramento em construção. Então, os membros da família dela, participaram e durante a marcha caiu uma grande chuva que todos ficaram molhados mas, era fácil perceber o quanto os dedicantes estavam felizes com a marcha.

No dia seguinte, numa segunda-feira, ela fez uma doação de 300 blocos. Passados alguns dias, recebeu um telefonema para participar duma reunião a nível do serviço. Quando chegou na reunião, para sua surpresa, foi eleita para o cargo a que tinha sido excluída. Os chefes hierárquicos da província, ficaram surpresos e boquiabertos com a eleição dela, se perguntando de quem era filha e como havia chegado a esses patamares? Ela é filha de pais camponeses.

Para agradecer a Deus e ao Messias Meishu-Sama, comprometeu-se a participar ativamente da construção do Centro de Aprimoramento.  

Em Dezembro de 2021, um membro da nossa igreja deparou-se com uma família que tem parentes messiânicos, desesperada a chorar no pátio dum hospital; aí encontrava-se internada, uma criança entre a vida e a morte sob sondas e oxigénio. Vendo tal episódio e como amigo da família, o membro respeitosamente pediu que lhe acompanhassem até à casa, para agradecerem e deixar tudo nas mãos de Deus. Lá, o missionário colocou as mãos nos bolsos, tirou tudo o que tinha no momento, meteu num envelope e pediu que todos fizessem o mesmo. A família mesmo com ceticismo, cumpriu com a orientação e regressaram ao hospital. Para surpresa deles, a criança que estava em estado crítico, mudou consideravelmente para um estado normal de saúde. Na manhã do dia seguinte, receberam alta e foram terminar a medicação em casa, devido à pandemia. Graças a Deus e ao Messias Meishu-Sama, a criança está de saúde e feliz ao lado dos pais e pronta para voltar às brincadeiras com os amigos.

Um senhor de 70 anos de idade, membro afastado e pai de uma nossa missionária, encontrava-se gravemente doente, pois o mesmo tem problemas de diabetes e outras complicações. No passado mês de Dezembro, como a situação de saúde dele se agravou, os parentes mais próximos estavam muito tristes, o que levou outros que se encontravam mais distantes, a deslocarem-se das suas zonas, para a província do Uíge, a fim de ficarem mais perto aguardando o ultimo suspiro e as palavras de despedida. Naquele dia, a nossa missionária estava com as malas arrumadas para seguir viajem para Luanda numa missão de serviço. Aflita, sem saber o que fazer, pediu auxílio ao marido e este orientou que agradecessem no altar, materializando um donativo de gratidão pela re-purificação do pai e depois seguisse viajem. No dia seguinte, o marido dirigiu-se até à casa do sogro e encontrou alguns familiares a chorar. Pediu aos familiares que se acalmassem e depois limpou o Retrato que lá se encontrava, confecionou uma Ikebana e ministrou Johrei a tarde toda. Na manhã do dia seguinte, ao voltar na casa do sogro, surpreendentemente encontrou-o sentado e os familiares com os rostos serenos. O mais velho de 70 anos que a família pensava que não transitaria para o ano de 2022, finalmente transitou e comemorou a passagem de ano com todos. Para agradecer a Deus e ao Messias Meishu-Sama, fizeram um donativo de gratidão e a filha está a participar da construção do Centro de Aprimoramento.

Aprendi com estas experiências, que o donativo feito com amor e gratidão salva-nos das dificuldades que estivermos a enfrentar no momento.

O meu compromisso é de continuar firme na concretização dos ideais do Messias Meishu-Sama!

Agradeço a Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de dedicar nesta grandiosa Obra de Construção do Paraíso Terrestre e da Salvação da Humanidade!

Muito obrigado!

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