Madalena Muanha – JC Vila Verde Camama – Região Sul – Luanda

Chamo-me Madalena Muanha, sou membro e dedico como encarregada da Agricultura Natural nesta unidade.

A experiência de fé que passo a relatar, está relacionada com a proteção Divina.

No mês de Fevereiro do ano em curso, decidi viajar até a minha terra natal, Província de Malange, a fim de fazer trabalhos de campo na nossa lavra familiar. Como já lá não ia há dez anos, era necessário primeiro entrar em contacto com a minha irmã, a pessoa que iria receber-me em sua casa. Foi assim que, pedi à minha filha que me desse o número de telefone do meu sobrinho, uma vez que eles estão sempre em comunicação, com o objetivo de informar a data da minha chegada. A minha filha não quis, alegando que, por estar nos últimos meses de gestação, gostaria que eu estivesse presente quando chegasse a altura do parto. Procurei a minha responsável e juntas oramos pela minha partida, pois iria viajar mesmo assim, sem o contacto.

Quando lá cheguei, fui recebida por uma grande chuva, fazendo com que não ficasse atenta à paragem de destino, estando há vários quilómetros de onde deveria descer, mesmo de antes ter avisado ao motorista onde pretendia ficar. Quando reclamei, disseram que já nada poderiam fazer, pois naquela paragem tinha ficado alguns passageiros, no que eu deveria ter ficado mais atenta. Sem saber o que fazer, pedi para ficar próximo a uma igreja que eu conheço e que servia de ponto de referência. De seguida, fui pedir abrigo numa residência próxima e que me foi negado. Como chovia muito e já era noite, continuei a bater em algumas portas, até qui fui atendida por um casal que depois de me ouvir decidiram abrigar- me. Fiquei surpresa, ao notar que a mesma senhora que antes me havia negado o abrigo, seguiu-me, tentando impedir que o casal me acolhesse. A mesma senhora alegou que, por orientação do soba daquela localidade, ninguém deveria receber pessoas estranhas em casa. Os donos ficaram preocupados com a atitude da senhora, sem entenderem, pois desconheciam tais orientações. Eu também me perguntava o porquê de quando ter ido bater a sua porta, não me disse que eu representava um perigo para a localidade. Ela queria que eu a acompanhasse, mas o casal disse que eles me levariam no dia seguinte a fim de localizar os meus familiares. Não satisfeita, 1 hora depois regressou a exigir o contacto dos meus familiares a fim de confirmar se realmente eu vinha de Luanda. Depois de testar por duas ou três vezes e não conseguir, desistiu. Agradeci a Deus por esta purificação e pela proteção.

No dia seguinte, como prometido, o dono da casa onde passei a noite, acompanhou-me até localizar os meus familiares. Lá, fui bem recebida e pude cumprir com o meu objetivo, sem esquecer as práticas básicas da nossa Igreja. Passados 2 meses, regressei a Luanda e dei continuidade as minhas dedicações. Com estas práticas, tive as seguintes graças;

O meu filho que há muito tempo não trabalhava e vivia no anexo do meu quintal, conseguiu um emprego, arrendou o seu próprio espaço e adquiriu um terreno onde pretende construir a sua casa.

A minha filha teve um parto normal e a bebé nasceu saudável. Para agradecer, materializei um donativo de gratidão especial.

Aprendi que, quando confiamos em Deus e Meishu-Sama, mal nenhum nos acontece.

Agradeço ao supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este maravilhoso caminho da salvação!

Muito obrigada!

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