Ângela Pampa – NJ Cajueiro – Luanda

Chamo-me Ângela Andrea Catumbo Pampa, sou membro e dedico na Sociedade da Mulher Messiânica.

Conheci a Igreja Messiânica Mundial de Angola em 2019, por intermédio de uma missionária.

O motivo que me levou a conhecer a igreja, foi a tristeza por ter perdido a minha mãe.

Vivia muito desolada sem me conseguir conformar com a sua morte, derivada de um câncer no útero. Tínhamos uma ligação muito forte; eu passava dias e noites a chorar sem ânimo, não conseguindo aceitar essa triste realidade.

Por outro lado, passei 18 anos sem ver o meu pai, apesar de viver cá em Luanda, nos comunicávamos de vez em quando. Sempre que lhe pedisse o seu endereço, negava, dizendo que esperasse que ele próprio viria ao meu encontro. O tempo foi passando, até que acabei por perder o seu contacto e que por esse motivo não conhecia nenhum familiar paterno.

Foi assim que conheci a Igreja através da irmã Lúcia que me levou até à unidade religiosa, onde fui recebida pela responsável que me orientou as práticas básicas que cumpri com alguma indiferença por ainda não conhecer bem a doutrina messiânica.

Após três meses de dedicação, o meu filho de 5 anos de idade foi atropelado por uma motorizada. Não teve ferimentos graves, mas apenas alguns arranhões. Mesmo assim foi levado para o hospital, onde fez vários exames que deram negativo. Mais tarde e já em casa, começou a fazer febres muito altas e tivemos que levá-lo novamente, mas desta vez ao posto médico mais próximo, onde fez mais alguns exames e todos eles também deram negativo. Como as febres continuavam, foi recebendo assistência religiosa com Johrei e foi quando descobrimos que estava com anemia.

Por volta das 18 horas em casa, a purificação acelerou, mantinha os olhos abertos, não falava, nem se mexia e os dentes estavam cerrados. Sem demora, fomos ao Hospital da Vila, onde uma vez mais foi submetido a vários exames que também deram negativo. Os médicos não conseguiam entender o que se estava a passar, ficando nesse estado durante três dias. Enquanto isso, a encarregada que me cuida foi fazendo oração e donativo com o sentimento de salvar os antepassados que estavam a se manifestar no sofrimento do meu filho. Como ele continuava pálido, os médicos disseram que se no dia seguinte a palidez não passasse, teria de levar uma transfusão de sangue. No dia seguinte acordou recuperado, perguntando onde estava.

Os médicos, surpresos, perguntaram-me qual era aminha religião! Quando disse que era messiânica, um deles disse: estás entregue em boas mãos e daí recebemos alta. Ainda assim, não agradeci e continuei indiferente.

Algum tempo depois, o meu esposo descobriu que da sua conta foi retirado 50.000,00 Kz e acusava eu e o meu filho mais velho de termos feito isso, porque só nós conhecíamos o código do cartão multicaixa (ATM) e o outro filho que fazia levantamentos com a autorização do pai. Esta situação gerou conflitos entre nós e aí descobriu-se que quem havia retirado o valor, foi mesmo o outro, num total de 165.000,00 que foi gastando na escola e para outros fins.

Ao notar que foi descoberto, mandou o irmão comprar pilhas, triturou pronto a beber para suicidar-se mas, graças a Deus mesmo em cima da hora impedi que acontecesse o pior. Depois disso, passei a levar-lhe ao Johrei Center e dedicava comigo. Arrependeu-se e pediu perdão dizendo que não sabia porque agiu daquela forma. Hoje, ganhou a permissão de estudar no Lubango e encontra-se bem.

Há uns meses atrás, minha enteada começou a queixar-se de dores no estômago. No princípio pensamos que fosse algo normal, mas aí as dores foram-se intensificando mais e mais, seguidas de vômitos e desmaios, o que assustou as outras crianças que começaram a chorar. Logo de seguida, comuniquei à encarregada que me tem acompanhado. Ministrou-lhe Johrei, oração e ofereceu-lhe uma mini Ikebana com donativo de gratidão pela purificação e encaminhamento dos antepassados que se estavam a manifestar no sofrimento da menina. Assim, minutos depois recuperou e foi levada para o posto de saúde mais próximo onde internou e levou dois balões de soro, continuando a receber assistência religiosa. Como a purificação persistia, passaram-nos uma guia de transferência para um outro hospital. Em seguida materializou-se novamente um donativo de gratidão pela transferência.

Para nossa surpresa, a avó da menina que também foi informada, ligou dizendo para que não fôssemos a um outro hospital, porque podíamos encontrar cheio e a menina correr o risco de contrair outra doença e que era melhor voltarmos para casa! Daí agradeci e fomos para casa onde continuou a receber Johrei e melhorou. A partir daquele momento, passei a ter convicção na Igreja Messiânica e a acreditar no poder do Johrei. Ganhei mais força espiritual e aumentou em mim o sentimento de gratidão, passando a participar das atividades da Igreja com maior fé. Foi um grupo de dedicantes à minha casa onde se fez a limpeza profunda.

Como resultado, uma semana depois o meu pai e o seu irmão, meu tio portanto, chegaram na minha casa e foi um momento de grande alegria e felicidade nunca antes vivido, onde os meus filhos tiveram a permissão de conhecer o avô, o que deixou-lhes também felizes.

A minha irmã que vivia com a sogra, enfrentava vários conflitos. Com a minha dedicação, ganhou a permissão do sogro oferecer-lhe uma casa. O esposo que não trabalhava, já está a trabalhar e o conflito foi ultrapassado.

Toda a tristeza que eu vivia passou, sinto-me feliz e no meu lar reina paz e amor, agora o meu esposo é quem me acorda para dedicar.

Com tudo isso, aprendi que, Meishu Sama é o Messias Salvador da Humanidade e que cumprindo com as orientações recebidas dos nossos superiores, alcançamos resultados satisfatórios.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados, pela permissão de conhecer este caminho da salvação.

Muito obrigada!

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