“… nosso dever como messiânicos, comprometidos em participar da construção do Paraíso Terrestre…”

🙎🏾‍♂️Eduardo Artur João| Região Oeste- Centro de Aprimoramento do Maculusso

📍Província de Luanda

🇦🇴ANGOLA

Sou membro e dedico na unidade acima referida. O motivo que levou a conhecer a nossa a Igreja foi o problema financeiro devido à falência da empresa onde trabalhava na altura. Através do cumprimento das práticas básicas, 6 meses depois de frequência, ganhei um novo emprego. Como gratidão à Meishu-Sama, decidi tornar-me membro, fato que se concretizou no dia 07 de Maio de 2023.

A experiência de fé que passo a relatar para os senhores está relacionada com o Johrei.

Próximo do local onde trabalho tem um viaduto e uma praça. Durante o horário de almoço, de vez em quando, eu falo com as pessoas com base nos Ensinamentos de Meishu-Sama, em particular com os jovens que ficam embaixo do viaduto, dos quais uns são engraxadores de sapatos e outros jogam Angofoot.

Às 12 horas, do dia 28 de Outubro de 2023, num sábado, um homem que vinha da praça com 2 crianças pequenas,uma menina com aparentemente 6 anos de idade e um menino de 3 anos de idade, com intenção de atravessar a estrada; quando de repente, o senhor teve uma crise epilética,caiu no asfalto e virou-se de costas para cima à convulsionar. A multidão foi se formando e uma senhora segurou as crianças. Todos estavam com medo de tocá-lo porque muitas pessoas pensam que a doença Epilépsia vulgarmente conhecida como“Gota” é contagiosa.

Eu que estava parado a ver essa situação de longe, ouvi uma voz que me disse: “Esse é o teu serviço!”. Ganhei coragem, aproximei-me e rodeado pela multidão, comecei a ministrar Johrei naquele senhor. As pessoas perguntavam à todo o momento: “ O senhor tá fazer o quê?”; eu continuava a ministrar Johrei em silêncio. Passados 20 minutos aproximadamente, o senhor que estava no chão, virou-se de barriga para cima e abriu os olhos. Como estava muito sol, alguém disse: “Vamos lhe tirar daqui para colocá-lo embaixo da ponte”, mas ninguém se prestava a ajudar. Como eu não conseguiria levá-lo sozinho, apareceu uma senhora que se prontificou a carregá-lo juntamente comigo.Colocamo-lo sentado, apoiado na parede e continuei a ministrar. A população continuou a fazer a mesma pergunta  até uma outra senhora disse à todos: “ O senhor que caiu , está a receber Luz!”. Eu, a ouvir isso, pensei: “Oh, então alguém conhece o Johrei!”; enquanto que a população estava a reclamar: “ Luz de quê? Tá fazer o quê no senhor?”.

Decorrido mais algum tempo, o senhor já recuperado, explicou: “Minha mulher morreu e me deixou com as crianças. Estou a precisar de ajuda.” Um homem que estava entre a multidão, estava a entregar dinheiro ao senhor e como estava a afastar-me  para voltar ao serviço, o senhor doente largou o dinheiro e agarrou na minha calça e na minha camisa:” Você é quem tem de me ajudar! Você tem que me ajudar!”. Algumas pessoas ao redor tentaram desprender o senhor, mas não conseguiram e ele continuou a repetir as mesmas palavras. Perguntaram-me o que eu tinha feito para o senhor já que no meio de tanta gente, ele só implorava pela minha ajuda. Eu respondi-lhe que talvez ele precisasse de mais oração e voltei a ministrar Johrei. Ele largou a minha roupa e ficou na postura de alguém que estava a receber Johrei. Enquanto isso, veio novamente aquela senhora que falou da “Luz” e que também a mesma que segurou as crianças, ao meu lado e para o meu espanto, ela também começou a ministrar o Johrei. Afinal de contas, ela também é membro da Igreja! Perguntei a mim mesmo porquê que ela ficou tanto tempo ali sem fazer nada, uma vez que eu quando fui ao encontro do senhor, ela já estava lá?!

Pouco tempo depois, uns agentes da ordem pública vieram saber o que se estava a passar e levaram ao senhor, a mim, à senhora e as crianças à esquadra para esclarecimento. Quando eu quis sobre mais sobre o senhor, não fui permitido, pois os polícias disseram que era o trabalho deles.

Este acontecimento veio me ensinar que o Johrei é realmente necessário; muitas pessoas estão mergulhadas em grandes sofrimentos e precisam de ajuda. E que o nosso dever como messiânicos, comprometidos em participar da construção do Paraíso Terrestre, é de apresentar o Johrei para o mundo. Porém alguns de nós, ainda temos vergonha. Entretanto, devemos  lembrarmo-nos de que se nós não amarmos o próximo, não estaremos a servir como instrumentos de Deus.

O meu compromisso é de difundir o Johrei para o maior número de pessoas.

Agradeço ao Supremo Deus, ao Messias Meishu-Sama e aos meus Antepassados por ter conhecido este caminho da salvação e por ter vivenciado esta maravilhosa experiência de fé.

Muito Obrigado!

Eduardo Artur João

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